Neste blog quero mostrar um pouco da igreja do Parque Bela Vista, nosso foco,e preocupação com a pregação da palavra. Como pastor desta igreja sinto a grande responsabilidade que pesa sobre mim, e com a graça de Deus e dedicação nos estudos procuro ministrar a palavra com consciência, temor e tremor.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
EBOA - APUCARANA
sexta-feira, 9 de julho de 2010
ÁFRICA - Fay cresceu como um muçulmano devotado, na cidade de Rafal, fronteira com o Sudão. Ele não era apenas um seguidor do islamismo, mas também um chefe muçulmano respeitado.
A constituição da República Central Africana (CAR) permite a escolha de religião. No entanto, devido à sua localização, o país está exposto à opressão islâmica da fronteira com Chade no norte, até a com o Sudão, no leste. A pobreza no país também provocou um crescimento para o islamismo, pois muitas ONGs e escolas divulgam o islamismo entre os mais pobres, através da ajuda e educação.
A Assembleia Nacional é formada 50% por representantes muçulmanos, o que fortalece o islamismo. Além disso, muitos muçulmanos tomaram, à força, terras de cristãos, e o governo ignorou o fato.
Para Fay, a vida em Rafal era pacífica. Valorizado entre os muçulmanos por ser líder, ele vivia uma vida tranquila. Mas o Senhor tinha planos melhores para ele, que foram apresentados em forma de aparente dificuldade. Fay ficou doente.
Após muito tempo de cama, e sem encontrar uma cura para a doença, Fay , desesperado, ligou para o pastor local. Com cuidado, o pastor foi até a casa dele para orar. Confiando em Deus para operar um milagre, o pastor Ibrahim intercedeu pela recuperação completa de Fay.
Deus curou Fay. Essa experiência foi transformadora para o líder muçulmano. A compaixão incondicional demonstrada pelo pastor mudou Fay e toda a sua família, que testemunhou o milagre. Fay recebeu o Senhor como seu Salvador pessoal. Toda a sua família o seguiu.
O acontecimento teve um impacto significativo em toda a comunidade. Ao ver o testemunho de Fay e os frutos produzidos pelo homem liberto, muitos muçulmanos abandonaram o islamismo para aceitar a Jesus Cristo. A comunidade, antes enfurecida a agressiva, estava sendo transformada.
Isso abriu uma porta para que começasse a existir perseguição em Rafal. Agora, como acontece com muitos cristãos, foram negados seus direitos básicos. Eles não podiam negociar com os outros moradores, e isso fazia com que eles passassem fome. Todos os dias, Fay e sua família são confrontados por ameaças e intimidações. A comunidade muçulmana parece desprezar a presença de cristãos.
No entanto, esses cristãos continuam a demonstrar fé em Cristo e estão determinados a ser testemunhas fieis do evangelho. É o desejo do coração deles exercer uma influência em sua comunidade, para que o pequeno número de cristãos em Rafal se torne uma multidão.
Os cristãos de Rafal pedem que seus irmãos em todo o mundo se unam a eles em oração e fé. Ore para que eles tenham perseverança em meio à perseguição, e principalmente para a salvação dos que estão perdidos.
Tradução: Missão Portas Abertas
AS ORIGENS DO CALVINISMO
O Calvinismo não se originou de João Calvino (1509-1564), nem a sua alternativa, o Arminianismo, se originou de Tiago Armínio (1560-1609). Estes dois termos têm sido utilizados para pontos de vista opostos (quando defendidos) da realidade ou não de um pecador ter o livre arbítrio para acreditar em Jesus quando ele ouve o evangelho. Outras coisas estão envolvidas, mas este é o divisor de águas entre as duas posições. Basicamente, o Calvinismo diz que o pecador não tem tal livre arbítrio; o arminiano diz que ele tem.
Nos três primeiros séculos da Igreja, a visão do livre-arbítrio era tudo que existia. O que hoje é chamado Calvinismo realmente veio de Santo Agostinho (354-430), que introduziu a primeira doutrina abrangente do pecado original. De acordo com Agostinho, o pecado de Adão levou todos os seus descendentes naturais a nascerem em um estado de depravação total. Isto é equivalente à escravidão da vontade, ou a perda da capacidade de escolher o bem – especialmente a capacidade de escolher aceitar o evangelho, quando confrontado por ele.
Uma vez que Agostinho inventou o conceito da depravação total universal, era natural que ele desenvolvesse o restante do sistema calvinista chamado TULIP, especialmente aquelas doutrinas que logicamente decorrem da escravidão da vontade: Eleição Incondicional, Graça Irresistível e Perseverança dos Santos. Assim, o “Calvinismo” nasceu, há mais de um milênio antes do próprio Calvino.
Durante a Idade Média, ambas as visões co-existiam dentro do amplo contexto da Igreja Católica. Quando ocorreu a Reforma, o Catolicismo em geral abraçou o livre arbítrio, porém os principais reformadores – Martinho Lutero (1483-1546), Ulrich Zwinglio (1484-1531) e João Calvino – abraçaram o sistema agostiniano construído sobre a doutrina da escravidão da vontade. Para eles, a ausência do livre-arbítrio era devida, não apenas à conseqüência do pecado de Adão, mas também à própria natureza da soberania divina.
Para Lutero, a onipotência e pré-conhecimento de Deus absolutamente descartam qualquer possibilidade de livre-arbítrio. Esta combinação “nocauteia o ‘livre-arbítrio’, e o destroi totalmente”, disse ele.[3] Zwinglio declarou que Deus é a “única causa real” de tudo que tem a ver com os seres humanos,[4] incluindo os seus pecados: “Nem mesmo a obra do pecado parte de qualquer outra pessoa a não ser Deus”.[5]
A visão de Calvino não era diferente. Ele disse: “O mundo é tão governado por Deus, que nada é feito nele, senão por seu secreto conselho e decreto.”[6] Isto se aplica até mesmo ao pecado: “O que nós sustentamos é que, quando os homens agem perversamente, eles assim fazem... pelo propósito ordenado de Deus”.[7] Isto se aplica ao primeiro pecado: “Eu, assim, afirmo que Deus ordenou a queda de Adão”.[8]
Na Reforma continental os únicos defensores do livre-arbítrio foram os da Reforma Radical, especialmente os anabatistas. No século XVII o próprio Armínio defendeu a visão há muito sustentada do livre-arbítrio, e seu nome ficou ligado a ela. No século XVIII, John Wesley formulou uma importante versão dela conhecida como Arminianismo Wesleyano. Muitos indivíduos e grupos hoje (incluindo o Movimento da Restauração) sustentam um sine qua non do Arminianismo, ou seja, o livre arbítrio. Eles discordam em muitas outras áreas, não obstante.
A visão agostiniana/calvinista criou raízes sólidas nos séculos XVI e XVII. Foi enunciada em vários credos importantes, incluindo o Catecismo de Heidelberg (1563) e, especialmente, a Confissão e os Catecismos de Westminster (1647-1648). Um advogado importante no século XVIII foi Jonathan Edwards (1703-1758). Nos séculos XIX e início do século XX, o ponto de vista foi defendido pelo grupo da Velha Princeton (Old Princeton),[9] incluindo A. A. Hodge, Charles Hodge, B. B. Warfield e J. Gresham Machen, bem como por teólogos reformados holandeses como Abraham Kuyper e Herman Bavinck. Os nomes de Louis Berkhof, John Murray e H. Gordon Clark também devem ser mencionados aqui.
Os principais escritores calvinistas da atualidade incluem R. C. Sproul, Bruce Ware, John Frame, D. A. Carson, James R. White, Robert Reymond, John Piper, Wayne Grudem, e John Feinberg.
A maioria das denominações e igrejas conservadoras (que crêem na Bíblia), usando o nome presbiteriano são calvinistas, assim como são todas as denominações e igrejas conservadoras com a palavra reformada em seu nome. (“Teologia reformada” é rigorosamente equivalente a Calvinismo.) O Calvinismo também tem uma forte presença em muitos grupos batistas e entre igrejas independentes.
Tradução: Cloves Rocha dos Santos
sábado, 5 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O diaconato foi instituído na igreja cristã com o propósito de assistir as pessoas pobres da igreja. Foram escolhidos sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria (At 6.3). Dessa forma, os apóstolos que estavam assoberbados com esse serviço foram liberados para se dedicarem exclusivamente à oração e ao ministério da Palavra (At 6.4). Agora, o apóstolo Paulo nomina os atributos de um diácono (1Tm 3.8-10).
1. O diácono precisa ser um homem íntegro na conduta (1Tm 3.8) – “Quanto aos diáconos, é necessário que sejam respeitáveis”. A vida do diácono é a vida do seu diaconato. Seu testemunho dentro e fora do lar é o alicerce do seu ministério diaconal. O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar
bem seus filhos e a própria casa (1Tm 3.12). O seu trabalho está plantado no solo de sua própria vida. O diácono precisa ser um homem irrepreensível na conduta e ter bom testemunho tanto dos membros da igreja como dos de fora da igreja.
2. O diácono precisa ser um homem íntegro na palavra (1Tm 3.8) - “... de uma só palavra...”. O diácono é um homem íntegro na palavra. Ele é um homem verdadeiro. O diácono é um homem que de coração fala a verdade; não difama com sua língua nem lança injúria contra seu vizinho. É um homem que jura com dano próprio e não se retrata (Sl 15.2-4). Sua palavra é sim, sim; não, não. Ele não transige com a verdade. Ele não mente, não dissimula nem negocia princípios absolutos.
3. O diácono precisa ser um homem íntegro na temperança (1Tm 3.8) - “... não inclinados a muito vinho...”. O diácono tem domínio próprio não apenas sobre a língua, más também sobre a bebida. Ele não é dominado pelo vinho, mas domina o vinho. Ele tem sobriedade. Ele não se embriaga com o vinho, no qual há dissolução, mas enche-se do Espírito (Ef 5.18).
4. O diácono precisa ser um homem íntegro nas finanças (1Tm 3.8) - “... não cobiçoso de sórdida ganância”. O diácono não pode ser amante do dinheiro. Seu coração não está posto em coisas materiais, mas em Deus. Ele não transige com sua consciência nem mesmo com os preceitos da Lei de Deus para levar vantagens financeiras. O diácono não faz do dinheiro o seu patrão. Ele pode possuir dinheiro, mas não é possuído por ele. Ele pode carregar o dinheiro no bolso, mas não no coração. A ganância é o desejo desenfreado de ter, a qualquer custo. Aqueles que assim procedem estão desqualificados para o diaconato.
5. O diácono precisa ser um homem íntegro na doutrina (1Tm 3.9) – “Conservando o mistério da fé com a consciência limpa”. O diácono deve ser um homem fiel às Escrituras, sólido na doutrina, comprometido com a ortodoxia. Antes de sua ordenação ao diaconato, deve subscrever sua fidelidade irrestrita à Palavra de Deus e aos nossos símbolos de fé. Não podemos viver nem amar aquilo que não conhecemos. Não podemos liderar o povo de Deus se estamos claudicando na verdade. Não podemos ser exemplo para o rebanho se não conservamos o mistério da fé com a consciência limpa.
6. O diácono precisa ser um homem íntegro na maturidade espiritual (1Tm 3.10) – “Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato”. O oficial da igreja não deve ser um neófito na fé. Ele não pode abraçar o diaconato irrefletidamente. Ele precisa ter consciência dos privilégios desse ministério e de suas imensas responsabilidades. O diácono, também, não pode ser um homem inconstante, imaturo e vulnerável. Antes, precisa demonstrar firmeza no propósito de servir a Deus e a seu povo. Se desempenhar bem o diaconato alcançará para si mesmo justa preminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus (1 Tm 3.13).
O Salmista alerta a cada crente a ter certeza se sua adoração e louvor procedem de um coração obediente ao Senhor.
A preocupação do Salmista era com o estado do coração do crente – A adoração e o louvor só é recebido por Deus mediante um exame no coração do crente.
A falta de obediência tem produzido uma adoração estéril
Não basta cantar – cultuar – adorar com um coração fechado – trancado
É preciso que nossas palavras e atitudes sejam de um coração sincero – agradecido.
As situações a nossa volta sempre nos dão sinais do que esta acontecendo;
- As doenças são descobertas pelos sinais que revelam
O salmista também mostra que um coração que esta endurecendo, também mostra seus sinais.
Quais são os sinais de um coração endurecido.
PRIMEIRO SINAL – NÃO OUVIR A VOZ DE DEUS. (V.7)
O Salmista faz duas afirmações que dependem da nossa atitude de ouvir ou não a voz de Deus.
Se ouvirmos seremos: Povo de Deus – Ovelhas de seu pasto.
Quando deixamos de ser povo de Deus e ovelhas de seu pasto?
01 – Quando negligenciamos a Bíblia – descuidamos em observar seus mandamentos – deixamos de ouvir a voz de Deus através da sua palavra – é um sinal de que nosso coração esta se endurecendo.
02 – Quando não atendemos a nossa consciência – enquanto não estivermos totalmente desligados de Deus nossa consciência irá nos alertar dos riscos e perigos que estamos correndo ao desobedecer – Quando não atendermos mais a voz da consciência é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
03 – Quando nos tornamos indiferentes – Insensíveis a voz de deus, quando não fazemos conta de ouvimos ou não a voz de deus – ouvir ou não ouvir a voz de deus não faz mais diferença – é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
SEGUNDO SINAL – TENTAR A DEUS. (V.9)
O Salmista lembra da passagem de Ex.17/1-7 – quando o povo murmurou contra Deus pela AGUA – Moisés chama esta situação de Meribá e Massá – Provocação e Tentação.
Quando é que Provocamos e Tentamos a Deus?
01 – Quando murmuramos por coisas que sabemos que Deus esta no controle – lançamos duvidas quanto ao cuidado, ao zelo, ao amor de Deus.
02 – Quando murmuramos pensando ou dizendo que Deus quer o nosso pior – ou que ele não esta fazendo nada.
03 – duvidar de Deus é um insulto a sua soberania ele esta no controle
04 – Duvidar de Deus é um convite para que ele nos castigue
Hb.10/27 – “Horrivel coisa e cair nas mãos do Deus vivo”
Quando murmuramos e provocamos a Deus com nossas duvidas estamos com nosso coração endurecendo – quando não aceitamos os propósitos de Deus é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
TERCEIRO SINAL – ERRAR NO CORAÇÃO (V.10)
Errar no coração é cometer erros voluntariamente e conscientemente.
É desobedecer de vontade própria – sem se importar se Deus vai ou não castigar – é duvidar do castigo divino.
É errar sempre procurando alguma coisa diferente da vontade de Deus
Errar o caminho quando não se conhece o caminho é ignorância
Errar o caminho quando se conhece bem o caminho é sinal de que o coração esta se endurecendo.
CONCLUSÃO
QUAIS SÃO OS SINAIS QUE SUA VIDA ESTA DEMONSTRANDO?
Será que você esta se tornando surdo a voz de Deus?
Será que você não esta jogando com Deus? Tentando Deus para ver o que acontece?
Será que vc. Não colocou no coração viver cometendo certo tipo de pecado até o dia em que Deus te castigar?
Será que você não esta provando os limites de Deus para com os seus erros.
SEU CORAÇÃO PODE ESTAR SE ENDURECENDO – MAS ISTO PODE SER REVERTIDO – DEUS PODE MUDAR ESTA SITUAÇÃO NA SUA VIDA
PERMITA QUE O ESPIRITO SANTO FAÇA UM MILAGRE EM SEU CORAÇão
DEUS QUER E PODE RENOVAR O SEU CORAÇÃO – ENQUANTO O ESPIRITO SANTO ESTIVER NA SUA VIDA SEU CORAÇÃO NÃO IRA SE ENDURECER – Ez.36/26-27
terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Antônio Carlos Costa
O Chico Xavier não era cristão. Não estou usando o adjetivo como sinônimo de gente boa. Cristão é o nome que é dado aos discípulos de Cristo -aqueles que procuram imitá-lo e submeter sua vida intelectual a ele.
Cristo nunca ensinou que estamos pagando nessa vida pelos pecados que praticamos numa vida da qual não nos lembramos. Jamais vimos, um discípulo seu, ser estimulado a buscar contato com seres humanos mortos. Quem anda com Cristo prefere a presença do Espírito Santo.
Não há um só relato sequer nos evangelhos de sessões mediúnicas. Nenhum discípulo jamais passou pela experiência súbita de despersonalização -em razão de haver sido possuído pelo espírito de um ser humano morto. Só vemos os discípulos recebendo o Espírito Santo, que quando veio sobre eles, os tornou mais eles do que eles jamais o foram, uma vez que o que neles havia de melhor se manifestou.
Quando os discípulos escreviam, tratavam de orar, pensar e contar com seus próprios pensamentos e obra de revelação do Espírito Santo. Não havia psicografia, mas iluminação que respeitava sua individualidade. Os 27 livros do Novo Testamento mostram as características individuais de cada um. Todos foram honrados pelo Deus que se agradava em usá-los, a partir da revelação única que fazia de si mesmo por meio da singularidade da vida dos seus servos.
Eles não aguardavam reencarnação. Se alguém lhes dissesse que suas esperanças consistiam num retorno para esse presente mundo de injustiça e miséria, eles chorariam amargamente, uma vez que todos aguardavam novos céus e nova terra.
Eles praticavam obras de amor, mas jamais com o intuito de retornarem para uma vida melhor após a morte. Eles dependiam do sangue de Cristo para o perdão de pecado, e o bem que faziam, faziam-no porque amavam a Deus, e encontravam-se em estado de encanto, gratidão e espanto com o amor que lhes fora revelado na cruz.
Em suma, Chico Xavier não era cristão, pois ensinava espiritismo, não cristianismo.
sexta-feira, 5 de março de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
» A crise econômica, desemprego, problemas emocionais entre outros, tem levado um número cada vez maior de pessoas a buscar refúgio no álcool.
» O alcoolismo é na atualidade um dos principais problemas de saúde pública no mundo. O álcool é uma das causas principais dos problemas da nossa sociedade, é uma droga como a heroína, cocaína, crack.
» Mas por quê? Porque vicia, altera o estado mental de quem utiliza, levando a atos impensados e muitas vezes violentos. Pior, causa problemas na família, e na sociedade.
» Segundo a revista “ciência hoje”, até os especialistas e pesquisadores têm dificuldade em separar um bebedor social do dependente (viciado) porque o consumo entre eles é muito alto e freqüente.
» Um dos primeiros sintomas do alcoolismo é a perda da liberdade, sobre a decisão do ato de beber..
» Segundo pesquisa da USP – universidade de são Paulo em 749 residências com histórico de agressões, violência, quebra-quebra, e violência sexual, a estatística mostra que:
- 52% dos agressores estavam embriagados
- os agressores são em grande maioria homens, e as vítimas são em quase 100% mulheres e crianças.
» Em agosto de 2003 deram entrada no pronto socorro de Paulínia SP. 126 pessoas envolvidas em brigas e acidentes de transito. Para surpresa dos médicos 100% estavam alcoolizados.
» 31.000 pessoas morrem por ano no transito e destes, cerca de 70% por causa ou conseqüência do álcool.
Problemas clínicos.
» Diversos são os problemas causados pela bebida alcoólica.
Sistema gastrointestinal – grande consumo de álcool pode levar a inflamação no esôfago e estomago, sangramento, enjôo,vômitos, pancreatite aguda e crônica.
A cirrose hepática é irreversível e leva ao alcoólatra a morte de maneira lenta.
Câncer- os consumidores de bebidas alcoólicas estão 10 vezes mais sujeitos a qualquer forma de câncer do que a população em geral.
Sistema cardiovascular – o álcool provoca lesões no coração, arritmias. É relativamente comum a ocorrência de um AVC (acidente cardio vascular) ou derrame após a ingestão de grande quantidade de bebidas alcoólicas.
Hormônios sexuais – o álcool leva a lesões nos testículos prejudicando a formação de esperma.
Leva a feminilização do homem, genicomastia (presença de mamas no homem)
O consumo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de:
Câncer de boca
Hipertensão arterial
Impotência sexual
Diabetes
Problemas de próstata
Câncer de mama – intestino – testículos – língua
Infarto
» uma em cada quinze pessoas pode gerar uma cirrose hepática pelo excesso de consumo de álcool
» mais de cinco milhões de adolescentes são vítimas do vício em bebidas alcoólicas
» morrem 50.000 alcoólatras por ano
» 50% dos internos em clínicas psiquiátricas são dependentes de álcool
Pesquisa publicada na revista veja – dezembro de 1998.
Exame de dosagem alcoólica em cadáveres mostra que a morte violenta é precedida de uns goles a mais.
Afogamentos – 64%
Atropelamentos – 53%
Homicídios – 52%
Acidentes de carro – 51%
Quedas fatais – 36%
Suicídios – 36%
• Dados do IML de são Paulo
Uma relação perigosa – álcool/indivíduo
Quem aqui tem um caso de alcoolismo na família?
Quem aqui já teve ou tem um parente alcoólatra?
É uma boa experiência? Sim ou não? Claro que não é!
Quem aqui gostaria de ter uma esposa ou esposo ou filho alcoólatra? Ninguém? E ainda dizem que o álcool é inofensivo!
Quantos aqui já tiveram alguma experiência ruim por causa do álcool?
Quantos aqui conhecem alguma família que foi destruída pelo álcool?
Não é o álcool um anestésico emocional?
Não é o álcool um dos piores inimigos da família?
AI DE MIM SE NÃO PREGAR O EVANGELHO!
A pregação é um ato sublime, onde o homem com a palavra de Deus, busca responder questões, confrontar opiniões, expor erros, condenar pecados, e o principal, o cerne da mensagem que é revelar Cristo aos corações dos ouvintes.
Pregar é a função da igreja, dada diretamente por Jesus Cristo, sem a pregação a obra de Deus por nosso intermédio é incompleta, sem ela a igreja deixa de cumprir sua função maior, kerigmática, e passa a se perder em discursos filosóficos mornos e desprovidos de poder para chegar ao coração do pecador e fazê-lo olhar para Cristo.
Somos chamados a recusar o caminho das facilidades, onde a palavra de Deus é usada para exaltação pessoal de homens vaidosos e cheios de si, na mão do pregador a palavra é espada aguda, cortante, que desnuda os corações, confronta erros, aponta enganos, mas principalmente, mais do que apenas dizer que o homem caminha em engano é apontar para ele o caminho verdadeiro, fazê-lo ver a Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador, alcançar o que caminha na mais densa treva e apontar o luzeiro, que é Jesus Cristo. Cabe ao pregador com o poder da verdade, com o poder da palavra do próprio Deus, alçar um grito contra o comodismo, o conformismo, consumismo, supervalorização do ter em detrimento ao ser, o culto ao corpo, ao hedonismo, e a avareza.
Cabe a nós como João, o Batista, gritar, que não somos o Cristo, não pertence a nós o poder, não usamos dele como bem queremos, não nos servimos dele a nosso bel prazer, mas deixar bem claro que somos apenas uma voz, a voz do homem que entregou-se a Cristo, aceitou ser o porta voz deste evangelho, desta Boa Nova, ai de nós se não anunciarmos o evangelho.
Na pregação fica bem claro que somos apenas o instrumento por onde Deus revela sua palavra a humanidade, mostrando um caminho mais excelente o da salvação, o novo nascimento, a novidade de vida, onde o velho homem fica para trás com seus desejos mundanos e suas atitudes desprovidas de Deus, e renasce uma nova criatura, agora feita por obra da graça de Deus, não por força ou mérito próprio, mas tendo a sua dívida paga pelo sacrifício do calvário.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
QUE VERDADE!
G. K. Chesterton, (1874 - 1936)











