Neste blog quero mostrar um pouco da igreja do Parque Bela Vista, nosso foco,e preocupação com a pregação da palavra. Como pastor desta igreja sinto a grande responsabilidade que pesa sobre mim, e com a graça de Deus e dedicação nos estudos procuro ministrar a palavra com consciência, temor e tremor.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O Caráter do Político Astuto: Um Estudo sobre a Vida de Absalão
2 Samuel, capítulos 13 a 18
Introdução
A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: “Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles “líderes natos”, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder.
O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos “espertos” e “astutos”, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Nessa época de eleições e mesmo após elas, necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13.
Nosso propósito, neste post, é estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Acreditamos que essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado. Devemos aprender, portanto, que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.
As Características de Absalão
Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:
1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: “Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele”. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era “celebrado” por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia “subido à cabeça”. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de “batedores” – cinqüenta homens que corriam “adiante dele”. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.
2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: “Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo...”. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de “puxar conversa”. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.
3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: “Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei”. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a “cara mais limpa”, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era “boa e reta”, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.
4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: “Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!” Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira “sede e fome de justiça”? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser “juiz na terra” – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de “fazer justiça” – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – “finalmente, alguém para fazer justiça”! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.
5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: “Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava”. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.
6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele “roubava corações”: “Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel”. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.
7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: “Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR”. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.
8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: “Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom”. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.
9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: “De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio”. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como “inocente úteis” em qualquer causa, como foram aqueles “convidados” de Absalão.
10. Populismo – O verso 12 registra: “Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão”. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) “o coração de todo Israel segue a Absalão”. Um dos ditos populares mais falsos é: “a voz do povo é a voz de Deus”. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.
Conclusão
A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.
Parece que vivemos permanentemente em campanha eleitoral, em nossa terra. A política, naturalmente, desperta fortes paixões, interesses e defesas. Muitos políticos, em sua busca pelo poder, passam a demonstrar muitas características demonstradas na vida de Absalão. É natural que alguém que almeja um cargo de liderança qualquer, possua um comprometimento intenso às suas idéias e objetivos. Os partidários, também submergem nesse mesmo espírito de luta. O problema vem quando a paixão, quer pelo líder, quer pelo poder, leva à cegueira moral, como na vida de Absalão. Nesse caso, desaparece a ética e princípios são atropelados. Os partidários, às vezes até sem perceberem, são sugados e manipulados. Em muitas ocasiões verificam que se encontram em uma posição de defender até o que não acreditam.
O cristão tem que se esforçar para ter uma consciência e vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens. Ele tem que se conscientizar que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a Sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho. Participação política consciente não significa lealdade inconseqüente. Na maioria das vezes o cristão verificará que se apoia esse ou aquele candidato, assim o faz não porque ele é o ideal e defensável em qualquer situação, mas porque representa o menor dos males, entre as escolhas que lhes são apresentadas. Sobretudo ele não pode se deixar manipular, como no caso dos seguidores de Absalão. Devemos, sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras, por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país, lembrando 1 Tm 2.1-8, intercedendo sempre por eles em oração
2 Samuel, capítulos 13 a 18
Introdução
A história de Absalão não é uma história bonita. Filho do Rei Davi, ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: “Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles “líderes natos”, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder.
O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos “espertos” e “astutos”, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Nessa época de eleições e mesmo após elas, necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13.
Nosso propósito, neste post, é estudar as ações de Absalão registradas no capítulo 15 de 2 Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Acreditamos que essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado. Devemos aprender, portanto, que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.
As Características de Absalão
Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:
1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: “Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele”. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era “celebrado” por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia “subido à cabeça”. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de “batedores” – cinqüenta homens que corriam “adiante dele”. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.
2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: “Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo...”. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de “puxar conversa”. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.
3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: “Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei”. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a “cara mais limpa”, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era “boa e reta”, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.
4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: “Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!” Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira “sede e fome de justiça”? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser “juiz na terra” – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de “fazer justiça” – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – “finalmente, alguém para fazer justiça”! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.
5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: “Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava”. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.
6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele “roubava corações”: “Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel”. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.
7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: “Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR”. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.
8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: “Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom”. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.
9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: “De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio”. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como “inocente úteis” em qualquer causa, como foram aqueles “convidados” de Absalão.
10. Populismo – O verso 12 registra: “Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão”. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) “o coração de todo Israel segue a Absalão”. Um dos ditos populares mais falsos é: “a voz do povo é a voz de Deus”. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.
Conclusão
A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.
Parece que vivemos permanentemente em campanha eleitoral, em nossa terra. A política, naturalmente, desperta fortes paixões, interesses e defesas. Muitos políticos, em sua busca pelo poder, passam a demonstrar muitas características demonstradas na vida de Absalão. É natural que alguém que almeja um cargo de liderança qualquer, possua um comprometimento intenso às suas idéias e objetivos. Os partidários, também submergem nesse mesmo espírito de luta. O problema vem quando a paixão, quer pelo líder, quer pelo poder, leva à cegueira moral, como na vida de Absalão. Nesse caso, desaparece a ética e princípios são atropelados. Os partidários, às vezes até sem perceberem, são sugados e manipulados. Em muitas ocasiões verificam que se encontram em uma posição de defender até o que não acreditam.
O cristão tem que se esforçar para ter uma consciência e vida tranqüila e serena perante Deus e perante os homens. Ele tem que se conscientizar que a sua lealdade é primordialmente para com Deus, para com a Sua Palavra objetiva, para com a causa do evangelho. Participação política consciente não significa lealdade inconseqüente. Na maioria das vezes o cristão verificará que se apoia esse ou aquele candidato, assim o faz não porque ele é o ideal e defensável em qualquer situação, mas porque representa o menor dos males, entre as escolhas que lhes são apresentadas. Sobretudo ele não pode se deixar manipular, como no caso dos seguidores de Absalão. Devemos, sempre, com respeito, apontar o desrespeito aos princípios encontrados nas Escrituras, por aqueles sobre os quais Deus colocou a responsabilidade de liderar o governo e as instituições de nosso país, lembrando 1 Tm 2.1-8, intercedendo sempre por eles em oração
domingo, 22 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
UMA GRANDE COLHEITA
A manhã de domingo, 25 de julho de 2010 foi de festa para Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo, Ministério do Belém. Com cerca de 2,2 mil congregações, organizadas em 53 setores, o ministério realizou mais um grande batismo em águas, ocasião em que 1.290 novos crentes fizeram crescer o número de membros deste, que é o maior ministério da AD no Brasil.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
A banalização da cruz de Cristo e a forma superficial de tratar este tema
Embora o cristianismo genuíno esteja perdendo espaço para a crescente apostasia na igreja cristã e para as religiões pagãs, a cruz de Jesus Cristo triunfará no final! O livro do profeta Daniel e o Apocalipse nos asseguram isso.
Nossa sociedade parece dilacerada por uma misteriosa relação de amor e ódio pela cruz. A mídia a ridiculariza. Os burocratas e políticos liberais a temem. Os administradores das bibliotecas públicas a rejeitam. Inúmeros professores progressistas a censuram. No entanto, os cristãos continuam usando o símbolo da cruz.
Banalizar a cruz, redefinir as palavras, afastar os símbolos cristãos de seus significados bíblicos... Todas essas táticas aceleram a atual mudança cultural e encaixam-se na visão de um novo tipo de mundo - um mundo "livre" da fidelidade à verdade imutável de Deus.
Uma cruz desprovida de sentido cristão não incomoda a ninguém. Entretanto, a cruz usada por um seguidor de Cristo envia uma mensagem que muitos se recusam a tolerar. Ameaçado por convicções contrárias, o mundo exige uma conformidade que afirme seus valores, não os valores de Deus. O mundo quer aprovação, não verdades.
“E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más." [João 3.19].
Mas aqueles que amam a Deus e que estão "crucificados com Cristo", repletos de sua vida e caminhando em sua luz - não podem aprovar tais trevas. Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Eles podem disseminar o amor de Deus, mas não podem amar o que Deus proíbe. Eles são "cidadãos do céu", e seus olhos estão fixos na eternidade. Assim, o mundo os chama de extremistas, pois não os compreende.
Lembre-se do que Jesus Cristo disse: "Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós... porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15.20,21].
Em tempos difíceis, a vitória da cruz pode parecer qualquer coisa, menos triunfante. Os discípulos de Jesus experimentaram isso muito bem. Com o coração partido, assistiram à torturante crucificação. Por três dias, conviveram com a dúvida e o desespero. Eles ainda não sabiam que a prometida ressurreição venceria a morte e o sepulcro.
Sabemos que ela venceu! E fazemos bem ao lembrarmos que o caminho da cruz traz dor e também alegria. O caminho ascendente de Deus pode levar primeiro para baixo; seu chamado à vitória pode, no início, parecer uma derrota; e seu chamado para a união com Cristo significa a separação dos caminhos e dos valores do mundo - uma separação que enfurece os engenheiros sociais ao longo dos séculos.
Entretanto, a hostilidade do mundo pouco importa para os verdadeiros amigos de Deus. Eles conhecem as riquezas dos dons eternos dados por meio da cruz - a redenção, o perdão, a libertação do jugo do pecado, o Espírito Santo no coração, uma nova identidade e a força diária necessária para triunfar em Cristo.
Por haver tomado seu lugar com Cristo, Paulo enfrentou ódio, perseguição, espancamentos, apedrejamento, aprisionamento, fome e, por fim, o martírio. Entretanto, o sofrimento por Cristo não sufocou sua alegria. Ele calculou o preço e recebeu algo infinitamente maior do que todos os invejados tesouros e emoções do mundo - a comunhão com Jesus Cristo, o Senhor de tudo, agora e para sempre.
"Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas." [2 Coríntios 4.16-18]
Via Espada do Espírito
Nossa sociedade parece dilacerada por uma misteriosa relação de amor e ódio pela cruz. A mídia a ridiculariza. Os burocratas e políticos liberais a temem. Os administradores das bibliotecas públicas a rejeitam. Inúmeros professores progressistas a censuram. No entanto, os cristãos continuam usando o símbolo da cruz.
Banalizar a cruz, redefinir as palavras, afastar os símbolos cristãos de seus significados bíblicos... Todas essas táticas aceleram a atual mudança cultural e encaixam-se na visão de um novo tipo de mundo - um mundo "livre" da fidelidade à verdade imutável de Deus.
Uma cruz desprovida de sentido cristão não incomoda a ninguém. Entretanto, a cruz usada por um seguidor de Cristo envia uma mensagem que muitos se recusam a tolerar. Ameaçado por convicções contrárias, o mundo exige uma conformidade que afirme seus valores, não os valores de Deus. O mundo quer aprovação, não verdades.
“E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más." [João 3.19].
Mas aqueles que amam a Deus e que estão "crucificados com Cristo", repletos de sua vida e caminhando em sua luz - não podem aprovar tais trevas. Eles estão no mundo, mas não são do mundo. Eles podem disseminar o amor de Deus, mas não podem amar o que Deus proíbe. Eles são "cidadãos do céu", e seus olhos estão fixos na eternidade. Assim, o mundo os chama de extremistas, pois não os compreende.
Lembre-se do que Jesus Cristo disse: "Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós... porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15.20,21].
Em tempos difíceis, a vitória da cruz pode parecer qualquer coisa, menos triunfante. Os discípulos de Jesus experimentaram isso muito bem. Com o coração partido, assistiram à torturante crucificação. Por três dias, conviveram com a dúvida e o desespero. Eles ainda não sabiam que a prometida ressurreição venceria a morte e o sepulcro.
Sabemos que ela venceu! E fazemos bem ao lembrarmos que o caminho da cruz traz dor e também alegria. O caminho ascendente de Deus pode levar primeiro para baixo; seu chamado à vitória pode, no início, parecer uma derrota; e seu chamado para a união com Cristo significa a separação dos caminhos e dos valores do mundo - uma separação que enfurece os engenheiros sociais ao longo dos séculos.
Entretanto, a hostilidade do mundo pouco importa para os verdadeiros amigos de Deus. Eles conhecem as riquezas dos dons eternos dados por meio da cruz - a redenção, o perdão, a libertação do jugo do pecado, o Espírito Santo no coração, uma nova identidade e a força diária necessária para triunfar em Cristo.
Por haver tomado seu lugar com Cristo, Paulo enfrentou ódio, perseguição, espancamentos, apedrejamento, aprisionamento, fome e, por fim, o martírio. Entretanto, o sofrimento por Cristo não sufocou sua alegria. Ele calculou o preço e recebeu algo infinitamente maior do que todos os invejados tesouros e emoções do mundo - a comunhão com Jesus Cristo, o Senhor de tudo, agora e para sempre.
"Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas." [2 Coríntios 4.16-18]
Via Espada do Espírito
quarta-feira, 28 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
EBOA - APUCARANA
Teve início no dia 19 de Julho na Assembleia de Deus de Apucarana, a 5ª Escola Bíblica de Obreiros, e as matérias ministradas são: Apologética e Teologia Prática, sendo que hoje finalizamos a primeira disciplina tendo como professor o Pastor e Escritor Ciro Sanches Zibordi, foram dias muito abençoados, aprendendo sobre Desvios doutrinários do movimento Neopentecostal e Adoração,Louvor e erros que são cometidos por desconhecimento ou negligência aos ensinos bíblicos.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Líder muçulmano se converte e muitos seguem seu exemplo
ÁFRICA - Fay cresceu como um muçulmano devotado, na cidade de Rafal, fronteira com o Sudão. Ele não era apenas um seguidor do islamismo, mas também um chefe muçulmano respeitado.
A constituição da República Central Africana (CAR) permite a escolha de religião. No entanto, devido à sua localização, o país está exposto à opressão islâmica da fronteira com Chade no norte, até a com o Sudão, no leste. A pobreza no país também provocou um crescimento para o islamismo, pois muitas ONGs e escolas divulgam o islamismo entre os mais pobres, através da ajuda e educação.
A Assembleia Nacional é formada 50% por representantes muçulmanos, o que fortalece o islamismo. Além disso, muitos muçulmanos tomaram, à força, terras de cristãos, e o governo ignorou o fato.
Para Fay, a vida em Rafal era pacífica. Valorizado entre os muçulmanos por ser líder, ele vivia uma vida tranquila. Mas o Senhor tinha planos melhores para ele, que foram apresentados em forma de aparente dificuldade. Fay ficou doente.
Após muito tempo de cama, e sem encontrar uma cura para a doença, Fay , desesperado, ligou para o pastor local. Com cuidado, o pastor foi até a casa dele para orar. Confiando em Deus para operar um milagre, o pastor Ibrahim intercedeu pela recuperação completa de Fay.
Deus curou Fay. Essa experiência foi transformadora para o líder muçulmano. A compaixão incondicional demonstrada pelo pastor mudou Fay e toda a sua família, que testemunhou o milagre. Fay recebeu o Senhor como seu Salvador pessoal. Toda a sua família o seguiu.
O acontecimento teve um impacto significativo em toda a comunidade. Ao ver o testemunho de Fay e os frutos produzidos pelo homem liberto, muitos muçulmanos abandonaram o islamismo para aceitar a Jesus Cristo. A comunidade, antes enfurecida a agressiva, estava sendo transformada.
Isso abriu uma porta para que começasse a existir perseguição em Rafal. Agora, como acontece com muitos cristãos, foram negados seus direitos básicos. Eles não podiam negociar com os outros moradores, e isso fazia com que eles passassem fome. Todos os dias, Fay e sua família são confrontados por ameaças e intimidações. A comunidade muçulmana parece desprezar a presença de cristãos.
No entanto, esses cristãos continuam a demonstrar fé em Cristo e estão determinados a ser testemunhas fieis do evangelho. É o desejo do coração deles exercer uma influência em sua comunidade, para que o pequeno número de cristãos em Rafal se torne uma multidão.
Os cristãos de Rafal pedem que seus irmãos em todo o mundo se unam a eles em oração e fé. Ore para que eles tenham perseverança em meio à perseguição, e principalmente para a salvação dos que estão perdidos.
Tradução: Missão Portas Abertas
ÁFRICA - Fay cresceu como um muçulmano devotado, na cidade de Rafal, fronteira com o Sudão. Ele não era apenas um seguidor do islamismo, mas também um chefe muçulmano respeitado.
A constituição da República Central Africana (CAR) permite a escolha de religião. No entanto, devido à sua localização, o país está exposto à opressão islâmica da fronteira com Chade no norte, até a com o Sudão, no leste. A pobreza no país também provocou um crescimento para o islamismo, pois muitas ONGs e escolas divulgam o islamismo entre os mais pobres, através da ajuda e educação.
A Assembleia Nacional é formada 50% por representantes muçulmanos, o que fortalece o islamismo. Além disso, muitos muçulmanos tomaram, à força, terras de cristãos, e o governo ignorou o fato.
Para Fay, a vida em Rafal era pacífica. Valorizado entre os muçulmanos por ser líder, ele vivia uma vida tranquila. Mas o Senhor tinha planos melhores para ele, que foram apresentados em forma de aparente dificuldade. Fay ficou doente.
Após muito tempo de cama, e sem encontrar uma cura para a doença, Fay , desesperado, ligou para o pastor local. Com cuidado, o pastor foi até a casa dele para orar. Confiando em Deus para operar um milagre, o pastor Ibrahim intercedeu pela recuperação completa de Fay.
Deus curou Fay. Essa experiência foi transformadora para o líder muçulmano. A compaixão incondicional demonstrada pelo pastor mudou Fay e toda a sua família, que testemunhou o milagre. Fay recebeu o Senhor como seu Salvador pessoal. Toda a sua família o seguiu.
O acontecimento teve um impacto significativo em toda a comunidade. Ao ver o testemunho de Fay e os frutos produzidos pelo homem liberto, muitos muçulmanos abandonaram o islamismo para aceitar a Jesus Cristo. A comunidade, antes enfurecida a agressiva, estava sendo transformada.
Isso abriu uma porta para que começasse a existir perseguição em Rafal. Agora, como acontece com muitos cristãos, foram negados seus direitos básicos. Eles não podiam negociar com os outros moradores, e isso fazia com que eles passassem fome. Todos os dias, Fay e sua família são confrontados por ameaças e intimidações. A comunidade muçulmana parece desprezar a presença de cristãos.
No entanto, esses cristãos continuam a demonstrar fé em Cristo e estão determinados a ser testemunhas fieis do evangelho. É o desejo do coração deles exercer uma influência em sua comunidade, para que o pequeno número de cristãos em Rafal se torne uma multidão.
Os cristãos de Rafal pedem que seus irmãos em todo o mundo se unam a eles em oração e fé. Ore para que eles tenham perseverança em meio à perseguição, e principalmente para a salvação dos que estão perdidos.
Tradução: Missão Portas Abertas
AS ORIGENS DO CALVINISMO
Jack Cottrell[2]
O Calvinismo não se originou de João Calvino (1509-1564), nem a sua alternativa, o Arminianismo, se originou de Tiago Armínio (1560-1609). Estes dois termos têm sido utilizados para pontos de vista opostos (quando defendidos) da realidade ou não de um pecador ter o livre arbítrio para acreditar em Jesus quando ele ouve o evangelho. Outras coisas estão envolvidas, mas este é o divisor de águas entre as duas posições. Basicamente, o Calvinismo diz que o pecador não tem tal livre arbítrio; o arminiano diz que ele tem.
Nos três primeiros séculos da Igreja, a visão do livre-arbítrio era tudo que existia. O que hoje é chamado Calvinismo realmente veio de Santo Agostinho (354-430), que introduziu a primeira doutrina abrangente do pecado original. De acordo com Agostinho, o pecado de Adão levou todos os seus descendentes naturais a nascerem em um estado de depravação total. Isto é equivalente à escravidão da vontade, ou a perda da capacidade de escolher o bem – especialmente a capacidade de escolher aceitar o evangelho, quando confrontado por ele.
Uma vez que Agostinho inventou o conceito da depravação total universal, era natural que ele desenvolvesse o restante do sistema calvinista chamado TULIP, especialmente aquelas doutrinas que logicamente decorrem da escravidão da vontade: Eleição Incondicional, Graça Irresistível e Perseverança dos Santos. Assim, o “Calvinismo” nasceu, há mais de um milênio antes do próprio Calvino.
Durante a Idade Média, ambas as visões co-existiam dentro do amplo contexto da Igreja Católica. Quando ocorreu a Reforma, o Catolicismo em geral abraçou o livre arbítrio, porém os principais reformadores – Martinho Lutero (1483-1546), Ulrich Zwinglio (1484-1531) e João Calvino – abraçaram o sistema agostiniano construído sobre a doutrina da escravidão da vontade. Para eles, a ausência do livre-arbítrio era devida, não apenas à conseqüência do pecado de Adão, mas também à própria natureza da soberania divina.
Para Lutero, a onipotência e pré-conhecimento de Deus absolutamente descartam qualquer possibilidade de livre-arbítrio. Esta combinação “nocauteia o ‘livre-arbítrio’, e o destroi totalmente”, disse ele.[3] Zwinglio declarou que Deus é a “única causa real” de tudo que tem a ver com os seres humanos,[4] incluindo os seus pecados: “Nem mesmo a obra do pecado parte de qualquer outra pessoa a não ser Deus”.[5]
A visão de Calvino não era diferente. Ele disse: “O mundo é tão governado por Deus, que nada é feito nele, senão por seu secreto conselho e decreto.”[6] Isto se aplica até mesmo ao pecado: “O que nós sustentamos é que, quando os homens agem perversamente, eles assim fazem... pelo propósito ordenado de Deus”.[7] Isto se aplica ao primeiro pecado: “Eu, assim, afirmo que Deus ordenou a queda de Adão”.[8]
Na Reforma continental os únicos defensores do livre-arbítrio foram os da Reforma Radical, especialmente os anabatistas. No século XVII o próprio Armínio defendeu a visão há muito sustentada do livre-arbítrio, e seu nome ficou ligado a ela. No século XVIII, John Wesley formulou uma importante versão dela conhecida como Arminianismo Wesleyano. Muitos indivíduos e grupos hoje (incluindo o Movimento da Restauração) sustentam um sine qua non do Arminianismo, ou seja, o livre arbítrio. Eles discordam em muitas outras áreas, não obstante.
A visão agostiniana/calvinista criou raízes sólidas nos séculos XVI e XVII. Foi enunciada em vários credos importantes, incluindo o Catecismo de Heidelberg (1563) e, especialmente, a Confissão e os Catecismos de Westminster (1647-1648). Um advogado importante no século XVIII foi Jonathan Edwards (1703-1758). Nos séculos XIX e início do século XX, o ponto de vista foi defendido pelo grupo da Velha Princeton (Old Princeton),[9] incluindo A. A. Hodge, Charles Hodge, B. B. Warfield e J. Gresham Machen, bem como por teólogos reformados holandeses como Abraham Kuyper e Herman Bavinck. Os nomes de Louis Berkhof, John Murray e H. Gordon Clark também devem ser mencionados aqui.
Os principais escritores calvinistas da atualidade incluem R. C. Sproul, Bruce Ware, John Frame, D. A. Carson, James R. White, Robert Reymond, John Piper, Wayne Grudem, e John Feinberg.
A maioria das denominações e igrejas conservadoras (que crêem na Bíblia), usando o nome presbiteriano são calvinistas, assim como são todas as denominações e igrejas conservadoras com a palavra reformada em seu nome. (“Teologia reformada” é rigorosamente equivalente a Calvinismo.) O Calvinismo também tem uma forte presença em muitos grupos batistas e entre igrejas independentes.
Tradução: Cloves Rocha dos Santos
O Calvinismo não se originou de João Calvino (1509-1564), nem a sua alternativa, o Arminianismo, se originou de Tiago Armínio (1560-1609). Estes dois termos têm sido utilizados para pontos de vista opostos (quando defendidos) da realidade ou não de um pecador ter o livre arbítrio para acreditar em Jesus quando ele ouve o evangelho. Outras coisas estão envolvidas, mas este é o divisor de águas entre as duas posições. Basicamente, o Calvinismo diz que o pecador não tem tal livre arbítrio; o arminiano diz que ele tem.
Nos três primeiros séculos da Igreja, a visão do livre-arbítrio era tudo que existia. O que hoje é chamado Calvinismo realmente veio de Santo Agostinho (354-430), que introduziu a primeira doutrina abrangente do pecado original. De acordo com Agostinho, o pecado de Adão levou todos os seus descendentes naturais a nascerem em um estado de depravação total. Isto é equivalente à escravidão da vontade, ou a perda da capacidade de escolher o bem – especialmente a capacidade de escolher aceitar o evangelho, quando confrontado por ele.
Uma vez que Agostinho inventou o conceito da depravação total universal, era natural que ele desenvolvesse o restante do sistema calvinista chamado TULIP, especialmente aquelas doutrinas que logicamente decorrem da escravidão da vontade: Eleição Incondicional, Graça Irresistível e Perseverança dos Santos. Assim, o “Calvinismo” nasceu, há mais de um milênio antes do próprio Calvino.
Durante a Idade Média, ambas as visões co-existiam dentro do amplo contexto da Igreja Católica. Quando ocorreu a Reforma, o Catolicismo em geral abraçou o livre arbítrio, porém os principais reformadores – Martinho Lutero (1483-1546), Ulrich Zwinglio (1484-1531) e João Calvino – abraçaram o sistema agostiniano construído sobre a doutrina da escravidão da vontade. Para eles, a ausência do livre-arbítrio era devida, não apenas à conseqüência do pecado de Adão, mas também à própria natureza da soberania divina.
Para Lutero, a onipotência e pré-conhecimento de Deus absolutamente descartam qualquer possibilidade de livre-arbítrio. Esta combinação “nocauteia o ‘livre-arbítrio’, e o destroi totalmente”, disse ele.[3] Zwinglio declarou que Deus é a “única causa real” de tudo que tem a ver com os seres humanos,[4] incluindo os seus pecados: “Nem mesmo a obra do pecado parte de qualquer outra pessoa a não ser Deus”.[5]
A visão de Calvino não era diferente. Ele disse: “O mundo é tão governado por Deus, que nada é feito nele, senão por seu secreto conselho e decreto.”[6] Isto se aplica até mesmo ao pecado: “O que nós sustentamos é que, quando os homens agem perversamente, eles assim fazem... pelo propósito ordenado de Deus”.[7] Isto se aplica ao primeiro pecado: “Eu, assim, afirmo que Deus ordenou a queda de Adão”.[8]
Na Reforma continental os únicos defensores do livre-arbítrio foram os da Reforma Radical, especialmente os anabatistas. No século XVII o próprio Armínio defendeu a visão há muito sustentada do livre-arbítrio, e seu nome ficou ligado a ela. No século XVIII, John Wesley formulou uma importante versão dela conhecida como Arminianismo Wesleyano. Muitos indivíduos e grupos hoje (incluindo o Movimento da Restauração) sustentam um sine qua non do Arminianismo, ou seja, o livre arbítrio. Eles discordam em muitas outras áreas, não obstante.
A visão agostiniana/calvinista criou raízes sólidas nos séculos XVI e XVII. Foi enunciada em vários credos importantes, incluindo o Catecismo de Heidelberg (1563) e, especialmente, a Confissão e os Catecismos de Westminster (1647-1648). Um advogado importante no século XVIII foi Jonathan Edwards (1703-1758). Nos séculos XIX e início do século XX, o ponto de vista foi defendido pelo grupo da Velha Princeton (Old Princeton),[9] incluindo A. A. Hodge, Charles Hodge, B. B. Warfield e J. Gresham Machen, bem como por teólogos reformados holandeses como Abraham Kuyper e Herman Bavinck. Os nomes de Louis Berkhof, John Murray e H. Gordon Clark também devem ser mencionados aqui.
Os principais escritores calvinistas da atualidade incluem R. C. Sproul, Bruce Ware, John Frame, D. A. Carson, James R. White, Robert Reymond, John Piper, Wayne Grudem, e John Feinberg.
A maioria das denominações e igrejas conservadoras (que crêem na Bíblia), usando o nome presbiteriano são calvinistas, assim como são todas as denominações e igrejas conservadoras com a palavra reformada em seu nome. (“Teologia reformada” é rigorosamente equivalente a Calvinismo.) O Calvinismo também tem uma forte presença em muitos grupos batistas e entre igrejas independentes.
Tradução: Cloves Rocha dos Santos
sábado, 5 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
OS ATRIBUTOS DE UM DIÁCONO
O diaconato foi instituído na igreja cristã com o propósito de assistir as pessoas pobres da igreja. Foram escolhidos sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria (At 6.3). Dessa forma, os apóstolos que estavam assoberbados com esse serviço foram liberados para se dedicarem exclusivamente à oração e ao ministério da Palavra (At 6.4). Agora, o apóstolo Paulo nomina os atributos de um diácono (1Tm 3.8-10).
1. O diácono precisa ser um homem íntegro na conduta (1Tm 3.8) – “Quanto aos diáconos, é necessário que sejam respeitáveis”. A vida do diácono é a vida do seu diaconato. Seu testemunho dentro e fora do lar é o alicerce do seu ministério diaconal. O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar
bem seus filhos e a própria casa (1Tm 3.12). O seu trabalho está plantado no solo de sua própria vida. O diácono precisa ser um homem irrepreensível na conduta e ter bom testemunho tanto dos membros da igreja como dos de fora da igreja.
2. O diácono precisa ser um homem íntegro na palavra (1Tm 3.8) - “... de uma só palavra...”. O diácono é um homem íntegro na palavra. Ele é um homem verdadeiro. O diácono é um homem que de coração fala a verdade; não difama com sua língua nem lança injúria contra seu vizinho. É um homem que jura com dano próprio e não se retrata (Sl 15.2-4). Sua palavra é sim, sim; não, não. Ele não transige com a verdade. Ele não mente, não dissimula nem negocia princípios absolutos.
3. O diácono precisa ser um homem íntegro na temperança (1Tm 3.8) - “... não inclinados a muito vinho...”. O diácono tem domínio próprio não apenas sobre a língua, más também sobre a bebida. Ele não é dominado pelo vinho, mas domina o vinho. Ele tem sobriedade. Ele não se embriaga com o vinho, no qual há dissolução, mas enche-se do Espírito (Ef 5.18).
4. O diácono precisa ser um homem íntegro nas finanças (1Tm 3.8) - “... não cobiçoso de sórdida ganância”. O diácono não pode ser amante do dinheiro. Seu coração não está posto em coisas materiais, mas em Deus. Ele não transige com sua consciência nem mesmo com os preceitos da Lei de Deus para levar vantagens financeiras. O diácono não faz do dinheiro o seu patrão. Ele pode possuir dinheiro, mas não é possuído por ele. Ele pode carregar o dinheiro no bolso, mas não no coração. A ganância é o desejo desenfreado de ter, a qualquer custo. Aqueles que assim procedem estão desqualificados para o diaconato.
5. O diácono precisa ser um homem íntegro na doutrina (1Tm 3.9) – “Conservando o mistério da fé com a consciência limpa”. O diácono deve ser um homem fiel às Escrituras, sólido na doutrina, comprometido com a ortodoxia. Antes de sua ordenação ao diaconato, deve subscrever sua fidelidade irrestrita à Palavra de Deus e aos nossos símbolos de fé. Não podemos viver nem amar aquilo que não conhecemos. Não podemos liderar o povo de Deus se estamos claudicando na verdade. Não podemos ser exemplo para o rebanho se não conservamos o mistério da fé com a consciência limpa.
6. O diácono precisa ser um homem íntegro na maturidade espiritual (1Tm 3.10) – “Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato”. O oficial da igreja não deve ser um neófito na fé. Ele não pode abraçar o diaconato irrefletidamente. Ele precisa ter consciência dos privilégios desse ministério e de suas imensas responsabilidades. O diácono, também, não pode ser um homem inconstante, imaturo e vulnerável. Antes, precisa demonstrar firmeza no propósito de servir a Deus e a seu povo. Se desempenhar bem o diaconato alcançará para si mesmo justa preminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus (1 Tm 3.13).
O diaconato foi instituído na igreja cristã com o propósito de assistir as pessoas pobres da igreja. Foram escolhidos sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria (At 6.3). Dessa forma, os apóstolos que estavam assoberbados com esse serviço foram liberados para se dedicarem exclusivamente à oração e ao ministério da Palavra (At 6.4). Agora, o apóstolo Paulo nomina os atributos de um diácono (1Tm 3.8-10).
1. O diácono precisa ser um homem íntegro na conduta (1Tm 3.8) – “Quanto aos diáconos, é necessário que sejam respeitáveis”. A vida do diácono é a vida do seu diaconato. Seu testemunho dentro e fora do lar é o alicerce do seu ministério diaconal. O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar
bem seus filhos e a própria casa (1Tm 3.12). O seu trabalho está plantado no solo de sua própria vida. O diácono precisa ser um homem irrepreensível na conduta e ter bom testemunho tanto dos membros da igreja como dos de fora da igreja.
2. O diácono precisa ser um homem íntegro na palavra (1Tm 3.8) - “... de uma só palavra...”. O diácono é um homem íntegro na palavra. Ele é um homem verdadeiro. O diácono é um homem que de coração fala a verdade; não difama com sua língua nem lança injúria contra seu vizinho. É um homem que jura com dano próprio e não se retrata (Sl 15.2-4). Sua palavra é sim, sim; não, não. Ele não transige com a verdade. Ele não mente, não dissimula nem negocia princípios absolutos.
3. O diácono precisa ser um homem íntegro na temperança (1Tm 3.8) - “... não inclinados a muito vinho...”. O diácono tem domínio próprio não apenas sobre a língua, más também sobre a bebida. Ele não é dominado pelo vinho, mas domina o vinho. Ele tem sobriedade. Ele não se embriaga com o vinho, no qual há dissolução, mas enche-se do Espírito (Ef 5.18).
4. O diácono precisa ser um homem íntegro nas finanças (1Tm 3.8) - “... não cobiçoso de sórdida ganância”. O diácono não pode ser amante do dinheiro. Seu coração não está posto em coisas materiais, mas em Deus. Ele não transige com sua consciência nem mesmo com os preceitos da Lei de Deus para levar vantagens financeiras. O diácono não faz do dinheiro o seu patrão. Ele pode possuir dinheiro, mas não é possuído por ele. Ele pode carregar o dinheiro no bolso, mas não no coração. A ganância é o desejo desenfreado de ter, a qualquer custo. Aqueles que assim procedem estão desqualificados para o diaconato.
5. O diácono precisa ser um homem íntegro na doutrina (1Tm 3.9) – “Conservando o mistério da fé com a consciência limpa”. O diácono deve ser um homem fiel às Escrituras, sólido na doutrina, comprometido com a ortodoxia. Antes de sua ordenação ao diaconato, deve subscrever sua fidelidade irrestrita à Palavra de Deus e aos nossos símbolos de fé. Não podemos viver nem amar aquilo que não conhecemos. Não podemos liderar o povo de Deus se estamos claudicando na verdade. Não podemos ser exemplo para o rebanho se não conservamos o mistério da fé com a consciência limpa.
6. O diácono precisa ser um homem íntegro na maturidade espiritual (1Tm 3.10) – “Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato”. O oficial da igreja não deve ser um neófito na fé. Ele não pode abraçar o diaconato irrefletidamente. Ele precisa ter consciência dos privilégios desse ministério e de suas imensas responsabilidades. O diácono, também, não pode ser um homem inconstante, imaturo e vulnerável. Antes, precisa demonstrar firmeza no propósito de servir a Deus e a seu povo. Se desempenhar bem o diaconato alcançará para si mesmo justa preminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus (1 Tm 3.13).
AVISOS CONTRA O ENDURECIMENTO DO CORAÇÃO – Sl. 95/6-11
O Salmista alerta a cada crente a ter certeza se sua adoração e louvor procedem de um coração obediente ao Senhor.
A preocupação do Salmista era com o estado do coração do crente – A adoração e o louvor só é recebido por Deus mediante um exame no coração do crente.
A falta de obediência tem produzido uma adoração estéril
Não basta cantar – cultuar – adorar com um coração fechado – trancado
É preciso que nossas palavras e atitudes sejam de um coração sincero – agradecido.
As situações a nossa volta sempre nos dão sinais do que esta acontecendo;
- As doenças são descobertas pelos sinais que revelam
O salmista também mostra que um coração que esta endurecendo, também mostra seus sinais.
Quais são os sinais de um coração endurecido.
PRIMEIRO SINAL – NÃO OUVIR A VOZ DE DEUS. (V.7)
O Salmista faz duas afirmações que dependem da nossa atitude de ouvir ou não a voz de Deus.
Se ouvirmos seremos: Povo de Deus – Ovelhas de seu pasto.
Quando deixamos de ser povo de Deus e ovelhas de seu pasto?
01 – Quando negligenciamos a Bíblia – descuidamos em observar seus mandamentos – deixamos de ouvir a voz de Deus através da sua palavra – é um sinal de que nosso coração esta se endurecendo.
02 – Quando não atendemos a nossa consciência – enquanto não estivermos totalmente desligados de Deus nossa consciência irá nos alertar dos riscos e perigos que estamos correndo ao desobedecer – Quando não atendermos mais a voz da consciência é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
03 – Quando nos tornamos indiferentes – Insensíveis a voz de deus, quando não fazemos conta de ouvimos ou não a voz de deus – ouvir ou não ouvir a voz de deus não faz mais diferença – é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
SEGUNDO SINAL – TENTAR A DEUS. (V.9)
O Salmista lembra da passagem de Ex.17/1-7 – quando o povo murmurou contra Deus pela AGUA – Moisés chama esta situação de Meribá e Massá – Provocação e Tentação.
Quando é que Provocamos e Tentamos a Deus?
01 – Quando murmuramos por coisas que sabemos que Deus esta no controle – lançamos duvidas quanto ao cuidado, ao zelo, ao amor de Deus.
02 – Quando murmuramos pensando ou dizendo que Deus quer o nosso pior – ou que ele não esta fazendo nada.
03 – duvidar de Deus é um insulto a sua soberania ele esta no controle
04 – Duvidar de Deus é um convite para que ele nos castigue
Hb.10/27 – “Horrivel coisa e cair nas mãos do Deus vivo”
Quando murmuramos e provocamos a Deus com nossas duvidas estamos com nosso coração endurecendo – quando não aceitamos os propósitos de Deus é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
TERCEIRO SINAL – ERRAR NO CORAÇÃO (V.10)
Errar no coração é cometer erros voluntariamente e conscientemente.
É desobedecer de vontade própria – sem se importar se Deus vai ou não castigar – é duvidar do castigo divino.
É errar sempre procurando alguma coisa diferente da vontade de Deus
Errar o caminho quando não se conhece o caminho é ignorância
Errar o caminho quando se conhece bem o caminho é sinal de que o coração esta se endurecendo.
CONCLUSÃO
QUAIS SÃO OS SINAIS QUE SUA VIDA ESTA DEMONSTRANDO?
Será que você esta se tornando surdo a voz de Deus?
Será que você não esta jogando com Deus? Tentando Deus para ver o que acontece?
Será que vc. Não colocou no coração viver cometendo certo tipo de pecado até o dia em que Deus te castigar?
Será que você não esta provando os limites de Deus para com os seus erros.
SEU CORAÇÃO PODE ESTAR SE ENDURECENDO – MAS ISTO PODE SER REVERTIDO – DEUS PODE MUDAR ESTA SITUAÇÃO NA SUA VIDA
PERMITA QUE O ESPIRITO SANTO FAÇA UM MILAGRE EM SEU CORAÇão
DEUS QUER E PODE RENOVAR O SEU CORAÇÃO – ENQUANTO O ESPIRITO SANTO ESTIVER NA SUA VIDA SEU CORAÇÃO NÃO IRA SE ENDURECER – Ez.36/26-27
O Salmista alerta a cada crente a ter certeza se sua adoração e louvor procedem de um coração obediente ao Senhor.
A preocupação do Salmista era com o estado do coração do crente – A adoração e o louvor só é recebido por Deus mediante um exame no coração do crente.
A falta de obediência tem produzido uma adoração estéril
Não basta cantar – cultuar – adorar com um coração fechado – trancado
É preciso que nossas palavras e atitudes sejam de um coração sincero – agradecido.
As situações a nossa volta sempre nos dão sinais do que esta acontecendo;
- As doenças são descobertas pelos sinais que revelam
O salmista também mostra que um coração que esta endurecendo, também mostra seus sinais.
Quais são os sinais de um coração endurecido.
PRIMEIRO SINAL – NÃO OUVIR A VOZ DE DEUS. (V.7)
O Salmista faz duas afirmações que dependem da nossa atitude de ouvir ou não a voz de Deus.
Se ouvirmos seremos: Povo de Deus – Ovelhas de seu pasto.
Quando deixamos de ser povo de Deus e ovelhas de seu pasto?
01 – Quando negligenciamos a Bíblia – descuidamos em observar seus mandamentos – deixamos de ouvir a voz de Deus através da sua palavra – é um sinal de que nosso coração esta se endurecendo.
02 – Quando não atendemos a nossa consciência – enquanto não estivermos totalmente desligados de Deus nossa consciência irá nos alertar dos riscos e perigos que estamos correndo ao desobedecer – Quando não atendermos mais a voz da consciência é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
03 – Quando nos tornamos indiferentes – Insensíveis a voz de deus, quando não fazemos conta de ouvimos ou não a voz de deus – ouvir ou não ouvir a voz de deus não faz mais diferença – é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
SEGUNDO SINAL – TENTAR A DEUS. (V.9)
O Salmista lembra da passagem de Ex.17/1-7 – quando o povo murmurou contra Deus pela AGUA – Moisés chama esta situação de Meribá e Massá – Provocação e Tentação.
Quando é que Provocamos e Tentamos a Deus?
01 – Quando murmuramos por coisas que sabemos que Deus esta no controle – lançamos duvidas quanto ao cuidado, ao zelo, ao amor de Deus.
02 – Quando murmuramos pensando ou dizendo que Deus quer o nosso pior – ou que ele não esta fazendo nada.
03 – duvidar de Deus é um insulto a sua soberania ele esta no controle
04 – Duvidar de Deus é um convite para que ele nos castigue
Hb.10/27 – “Horrivel coisa e cair nas mãos do Deus vivo”
Quando murmuramos e provocamos a Deus com nossas duvidas estamos com nosso coração endurecendo – quando não aceitamos os propósitos de Deus é sinal que nosso coração esta se endurecendo.
TERCEIRO SINAL – ERRAR NO CORAÇÃO (V.10)
Errar no coração é cometer erros voluntariamente e conscientemente.
É desobedecer de vontade própria – sem se importar se Deus vai ou não castigar – é duvidar do castigo divino.
É errar sempre procurando alguma coisa diferente da vontade de Deus
Errar o caminho quando não se conhece o caminho é ignorância
Errar o caminho quando se conhece bem o caminho é sinal de que o coração esta se endurecendo.
CONCLUSÃO
QUAIS SÃO OS SINAIS QUE SUA VIDA ESTA DEMONSTRANDO?
Será que você esta se tornando surdo a voz de Deus?
Será que você não esta jogando com Deus? Tentando Deus para ver o que acontece?
Será que vc. Não colocou no coração viver cometendo certo tipo de pecado até o dia em que Deus te castigar?
Será que você não esta provando os limites de Deus para com os seus erros.
SEU CORAÇÃO PODE ESTAR SE ENDURECENDO – MAS ISTO PODE SER REVERTIDO – DEUS PODE MUDAR ESTA SITUAÇÃO NA SUA VIDA
PERMITA QUE O ESPIRITO SANTO FAÇA UM MILAGRE EM SEU CORAÇão
DEUS QUER E PODE RENOVAR O SEU CORAÇÃO – ENQUANTO O ESPIRITO SANTO ESTIVER NA SUA VIDA SEU CORAÇÃO NÃO IRA SE ENDURECER – Ez.36/26-27
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