Neste blog quero mostrar um pouco da igreja do Parque Bela Vista, nosso foco,e preocupação com a pregação da palavra. Como pastor desta igreja sinto a grande responsabilidade que pesa sobre mim, e com a graça de Deus e dedicação nos estudos procuro ministrar a palavra com consciência, temor e tremor.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Sorriso de Deus
Diante de tantas coisas terriveis que vemos a cada dia, podemos pensar... Deus deve ser uma pessoa triste! afinal o ser humano que ele criou, tem se perdido e se distanciado a cada dia.
Ao ver o homem caminhando para longe, o amor fala mais alto! a bondade fala mais alto! a misericórdia fala mais alto! sua justiça fala mais alto! e diante de tanto amor, bondade, justiça, misericórdia e graça - Ele toma uma atitude. Envia seu filho, seu unico filho, Jesus, para reconciliar este homem que se distancia a passos largos, trazê-lo de volta, reconcilia-lo!
Este é Deus, totalmente amor, totalmente bondade, totalmente e inexoravelmente justo e fiél.
Que nos ama, que nos chama, que nos oferece sua graça, e nos convida a eternidade ao seu lado.
Decida hoje, e tenha certeza, diante de sua decisão, haverá um sorriso no rosto deste Deus.
Ao ver o homem caminhando para longe, o amor fala mais alto! a bondade fala mais alto! a misericórdia fala mais alto! sua justiça fala mais alto! e diante de tanto amor, bondade, justiça, misericórdia e graça - Ele toma uma atitude. Envia seu filho, seu unico filho, Jesus, para reconciliar este homem que se distancia a passos largos, trazê-lo de volta, reconcilia-lo!
Este é Deus, totalmente amor, totalmente bondade, totalmente e inexoravelmente justo e fiél.
Que nos ama, que nos chama, que nos oferece sua graça, e nos convida a eternidade ao seu lado.
Decida hoje, e tenha certeza, diante de sua decisão, haverá um sorriso no rosto deste Deus.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
TERMINAMOS!
quarta-feira, 17 de junho de 2009

DIÁLOGO ENTRE UM PREDESTINACIONISTA E SEU AMIGO
John Wesley
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De sua própria boca!
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A TODOS OS PREDESTINACIONISTAS
1. Falaram-me, alguns de vocês disseram, que as seguintes citações são falsas; que estas palavras não foram ditas por estes autores; outros, que elas não foram ditas neste sentido; e outros, que nem vocês mesmos, nem qualquer fiel predestinacionista jamais disse, ou diria, dessa forma.
2. Meus amigos, os autores aqui citados são bem conhecidos, em quem vocês podem ler as palavras com seus próprios olhos. E aqueles que os têm lido sabem muito bem, elas foram ditas neste sentido, e nenhum outro; e não apenas isto, mas este sentido é professadamente defendido por toda parte nas obras de onde elas foram tiradas.
3. Mas, seja como for, vocês, entretanto, dizem, “Nenhum fiel predestinacionista jamais disse ou diria dessa forma?” Ora, todo fiel predestinacionista deve falar dessa forma, e assim devem vocês também, se ousarem expressar suas opiniões, a menos que eles e vocês renunciem seu princípio fundamental.
4. Seu princípio fundamental é este: “Desde toda a eternidade, Deus ordenou tudo quanto acontece.” Mas desta única proposição segue indiscutivelmente toda afirmação daqui em diante mencionada. Falta apenas, por essa razão, que escolham qual destas três coisas agradam mais vocês (pois uma vocês devem escolher): Ou,
(1.) Usar expressões ambígüas, evadir-se da questão, e tergiversar sem fim; ou,
(2.) Engolir todas estas afirmações juntas, e honestamente confessá-las; ou,
(3.) Renunciá-las todas, e crer em Cristo, o Salvador de todos.
AMIGO. – Senhor, ouvi dizer que você faz de Deus o autor de todo pecado, e o destruidor da maior parte da humanidade sem misericórdia.
PREDESTINACIONISTA. – Nego; eu somente digo, “Desde toda a eternidade, Deus ordenou inalteravelmente tudo quanto acontece.” (Confissão de Fé de Westminster, cap. 3.)
AMIGO. – Você não faz nenhuma exceção?
PREDESTINACIONISTA. – Não, obviamente; pois “nada é mais absurdo do que pensar que algo possa ser feito sem a ordenação de Deus.” (As Institutas de Calvino, 1.6.3.)
AMIGO. – Você inclui as ações dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida: “Toda ação e todo movimento de toda criatura é assim governado pelo secreto conselho de Deus, que nada pode vir a acontecer, senão o que foi ordenado por ele.” (Ibid., 1.6.3.)
AMIGO. – Mas e quanto às vontades dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “As vontades dos homens são assim governadas pela vontade de Deus, para que elas efetuam exatamente o que ele preordenou.” (Ibid., 1.6.8.)
AMIGO. – Suponho que queira dizer a vontade permissiva de Deus?
PREDESTINACIONISTA. – Não: eu quero dizer, “todas as coisas acontecem pela eficaz e irresistível vontade de Deus.” (Twissi Vindiciae Gratiae Potestatis & Providentiae Dei. Editio Jensoniana, par. 3, p. 19.)
AMIGO. – Então, os homens devem fazer exatamente o que fazem?
PREDESTINACIONISTA. – Verdade: “É impossível que algo seja feito sem que Deus impele a vontade do homem.” (Ibid., p. 19.)
AMIGO. – Mas isto não implica a necessidade de todos os eventos?
PREDESTINACIONISTA. – “Não hesitarei em reconhecer que a vontade de Deus é a necessidade de todas as coisas, e que tudo que ele deseja necessariamente acontece.” (As Institutas de Calvino, 3.24.8.)
AMIGO. – O pecado, então, necessariamente acontece?
PREDESTINACIONISTA. – Indubitavelmente: Pois “A onipotência se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens.” (Confissão de Fé de Westminster, cap. 5.)
AMIGO. – Acredito que Deus previu que o primeiro homem cairia.
PREDESTINACIONISTA. – Não, “Deus não apenas previu que Adão cairia, mas também ordenou que ele devesse cair.” (As Institutas de Calvino, 3.23.7.)
AMIGO. – Sei que Deus permitiu a queda de Adão.
PREDESTINACIONISTA. – Digo a você, “ele não caiu apenas pela permissão mas também pela ordenação de Deus.” (Calvin Responsio ad Calumnias Nebulonis cujusdam ad Articulum primum.) “Ele pecou porque Deus assim ordenou, porque o Senhor viu que era bom.” (As Institutas de Calvino, 3.24.8.)
AMIGO. – Mas aqueles que divergem de você não levantam muita objeções a este ponto?
PREDESTINACIONISTA. – Sim: “Esses cães malvados vomitam muitas coisas contra Deus.” (Ibid., 3.23.2.) “Eles negam que a Escritura diz que Deus decretou a queda de Adão. Eles dizem que ele poderia ter escolhido entre cair ou não cair; e que Deus preordenou apenas tratá-lo conforme merecesse: Como se Deus tivesse criado a mais excelente de todas as suas criaturas, sem preordenar o que faria dela!” (Ibid., 3.23.7.)
AMIGO. – Então Deus fez Adão com o propósito de cair?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida. “Deus fez Adão e Eva para este mesmo propósito, para que eles possam ser tentados e levados ao pecado. E por meio de seu decreto, não poderia ser de outra forma senão que eles devessem pecar.” (Piscatoris Dispute. Praedest., Praef., p. 6.)
AMIGO. – Mas você não baseia o decreto de Deus na presciência divina antes que em sua vontade?
PREDESTINACIONISTA. – Não: “Deus não prevê nada senão o que decretou, e seu decreto precede seu conhecimento.” (Piscat. Disput. Praedest.)
AMIGO. – Bem, isto pode verdadeiramente ser chamado de um decreto horrível.
PREDESTINACIONISTA. – “Confesso que é um decreto horrível; todavia ninguém pode negar que Deus previu a queda de Adão, e Ele a previu, porque a ordenou por seu próprio decreto.” (As Institutas de Calvino, 3.23.7.)
AMIGO. – Você acredita, então, que Deus, por seu próprio decreto positivo, não somente não elegeu alguns homens à vida, mas também reprovou todo o resto?
PREDESTINACIONISTA. – Seguramente, se eu creio em um, creio no outro. “Na verdade, muitos, como se quisessem evitar o opróbrio de Deus, aceitavam a eleição em tais termos, que acabavam negando a condenação de qualquer um; mas isto é totalmente estúpido e ingênuo. Pois não existiria eleição se não houvesse reprovação; quem Deus deixa de lado, ele reprova.” (As Institutas de Calvino, 3.23.1.)
AMIGO. – Por favor, explique o que quer dizer por eleição e reprovação.
PREDESTINACIONISTA. – Com todo o coração. “Não fomos criados em condições iguais; certamente, a vida eterna é preordenada para alguns, e a perdição eterna para outros. Portanto, como todos foram criados para um ou outro destes fins, falamos deles como predestinados para a vida ou para a morte.” (As Institutas de Calvino, 3.21.1.)
AMIGO. – Poderia repetir seu significado?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus, de uma vez por todas, ordenou, por um eterno e imutável decreto, a quem ele daria salvação e quem ele condenaria à destruição.” (As Institutas de Calvino, 3.21.7.)
AMIGO. – Deus fez algum homem com o propósito de ser condenado?
PREDESTINACIONISTA. – Eu já não disse para você? “A primeira determinação de Deus era que alguns devessem ser destinados à ruína eterna; e para este fim seus pecados foram ordenados, e a graça negada para que seus pecados fossem efetuados.” (Zanchius de Natura Dei, p. 553, 554.)
AMIGO. – Mas a predestinação divina de homens para a vida ou para a morte não é baseada em sua presciência?
PREDESTINACIONISTA. – “Assim pensam os ignorantes; que Deus, conforme prevê o que todo homem irá merecer, elege-os à vida, ou consigna-os à morte e condenação.” (As Institutas de Calvino, 3.22.1.)
AMIGO. – E você não pensa que a reprovação, pelo menos, seja baseada na presciência de Deus dos pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – Não, absolutamente: “Deus, de acordo com o beneplácito de sua própria vontade, ordena que muitos sejam nascidos, que são, desde o ventre, consignados à inevitável condenação. Se alguém alegar que a presciência de Deus não os coloca sob nenhuma necessidade de ser condenados, mas, antes, que ele decretou sua condenação porque previu sua iniqüidade, afirmo que a presciência de Deus não coloca nenhuma necessidade sobre a criatura; mas a vida e a morte eterna dependem da vontade antes que da presciência de Deus. Se Deus somente previu todas as coisas relacionadas a todos os homens, e não as decretou e as ordenou também, então é de se perguntar se ou não sua presciência torna necessária a coisa prevista. Mas visto que ele, por isso, prevê todas as coisas que hão de acontecer, porque as decretou que acontecessem, é inútil falar sobre a presciência, haja vista que obviamente todas as coisas acontecem pelo decreto positivo de Deus.” (As Institutas de Calvino, 3.23.6.)
AMIGO. – Mas se Deus positivamente decretou a condenação da maior parte da humanidade, por que ele roga para que eles se arrependam e sejam salvos?
PREDESTINACIONISTA. – “Assim como Deus tem seu chamado eficaz, por meio do qual ele dá aos eleitos a salvação para a qual ele os ordenou, da mesma forma ele tem seus julgamentos aos reprovados, por meio dos quais ele executa seu decreto referente a eles. Por isso, tantos quantos ele criou para viver miseravelmente, e então perecer eternamente; estes, para que possam ser trazidos ao fim para o qual foram criados, ele algumas vezes priva-os da possibilidade de ouvir a palavra, e outras vezes, pela pregação, cega-os e entorpece-os.” (As Institutas de Calvino, 3.24.12.)
AMIGO. – Como isto acontece? Digo, se Deus criou-os para a morte eterna, por que ele manda que se voltem para ele e vivam?
PREDESTINACIONISTA. – “Ele os chama, para que eles possam ficar ainda mais surdos; ele acende uma luz, para que eles possam ficar ainda mais cegos; ele lhes entrega sua doutrina, para que eles sejam ainda mais ignorantes; e lhes aplica o remédio, para que eles não possam ser curados.” (As Institutas de Calvino, 3.24.13.)
AMIGO. – Chega, chega. Todavia você não faz Deus o autor do pecado!
PREDESTINACIONISTA. – Certamente que não: “Deus não pode ser chamado de autor do pecado, embora ele seja a causa das ações pecaminosas.” (Petri Martyris Vermillii Com. in Roman., p. 413.)
AMIGO. – Como ele é a causa delas, então?
PREDESTINACIONISTA. – De dois modos: Primeiro, por seu eterno e imutável decreto; Segundo, pela presença de seu poder irresistível.
AMIGO. – Então Deus preordenou os pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “Tanto os reprovados quanto os eleitos foram preordenados para pecar, para que, em conseqüência do pecado, a glória de Deus pudesse ser declarada.” (Zanchius de Nat. Dei., p. 555.) “Os reprovados,” mais especialmente, “que foram predestinados à condenação, e as causas da condenação, e criados para esse fim, para que eles possam viver pecaminosamente, e sejam vasos repletos dos resíduos do pecado.” (Piscator contra Tauffium, p. 47.)
AMIGO. – Mas seguramente os pecados dos eleitos não foram preordenados?
PREDESTINACIONISTA. – Sim, mas eles foram: “Pois não podemos fazer mais bem do que fazemos, nem menos mal do que fazemos; porque Deus, desde a eternidade, precisamente decretou que o bem e o mal fossem feitos assim.” (Piscatoris Responsio ad Amicam Duplicationem Conradi Vorstii, p. 176.)
AMIGO. – Entendo você, quanto a Deus decretar o pecado. Mas como é seu poder irresistível nos pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus é o autor da ação que é pecaminosa, por sua vontade irresistível.” (Dr. Twisse, par. 3, p. 21.)
AMIGO. – Como assim?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus provoca adultério, blasfêmias, mentiras.” (Piscat. Responsio ad Apologiam Bertii.) “Ele fornece aos homens maus oportunidades para pecar, e inclina seus corações para isso. Ele cega-os, engana-os, seduze-os. Ele, trabalhando em seus corações, inclina-os e incita-os a praticarem o mal.” (Pet. Martyr. Ver. Comment. in Rom., pp. 36, 413.) Assim, “ladrões, assassinos, e outros malfeitores são instrumentos de Deus, que ele usa para executar o que decretou em si mesmo.” (As Institutas de Calvino, 1.17.5.)
AMIGO. – Você não acusa, então, o próprio Deus de pecado?
PREDESTINACIONISTA. – Não: “Deus precisa deles somente para o ato do pecado, não para a deformidade do pecado.” (Twissi Vindiciae, par. 3, p. 22.) Além disso, “quando Deus faz os anjos e os homens pecarem, ele mesmo não peca, pois ele não viola nenhuma lei. Pois Deus não está sob lei nenhuma, e por isso não pode pecar.” (Zuinglius in Serm. de Provid., c. 5, 6.)
AMIGO. – Mas como Deus faz os anjos ou os homens pecarem?
PREDESTINACIONISTA. – “O diabo e os homens maus estão confinados por todos os lados pela mão de Deus, para que eles não possam conceber, ou planejar qualquer injúria, sem que Deus não apenas permita, mas comanda. Nem são eles mantidos em grilhões, mas são compelidos também, como com uma rédea, para que obedeçam a esses comandos.” (As Institutas de Calvino, 1.17.11.)
AMIGO. – Esta é a própria doutrina turca, e deve assim ser demolida como costumava ser com estas palavras: - “Eu anatemizo a blasfêmia de Maomé, que disse que Deus engana quem quer, e leva quem quer a praticar o bem. Ele faz o que quer, e ele próprio é a causa de todo bem e de todo mau. A sorte e o destino governam todas as coisas.” (Nicetus Saracenita.)
PREDESTINACIONISTA. – Não, nossa doutrina é mais antiga do que a de Maomé: Foi mantida por Santo Agostinho.
AMIGO. – Agostinho ora fala em seu favor, ora contra. Mas todos os primeiros quatro séculos vão contra você, assim como toda a Igreja Grega até hoje; e a Igreja da Inglaterra, em seu Catecismo, Artigos, e Homilias. E assim os nossos santos mártires, bispo Hooper e bispo Latimer em particular.
PREDESTINACIONISTA. – Mas os antigos não diziam que Judas foi predestinado à condenação?
AMIGO. – Muito pelo contrário. As palavras de São Crisóstomo são, “Judas, meu amado, foi no princípio um filho do reino, e ouviu o que lhe foi dito com os discípulos,” Vós sentareis sobre doze tronos; “mas depois se tornou um filho do inferno.”
PREDESTINACIONISTA. – Entretanto, você irá admitir que Esaú foi predestinado à destruição.
AMIGO. – Na verdade, não. Alguns de seus escritores acreditam que ele foi finalmente salvo, que era a opinião geral dos antigos Pais. E que a escritura, “Amei a Jacó, e odiei a Esaú,” nitidamente não se refere às suas pessoas mas às suas posteridades. Mas supondo que Esaú ou Judas tenha sido condenado, por que ele foi condenado?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida alguma, pela incredulidade. Pois como somos salvos somente pela fé, então a incredulidade é o único pecado que pode condenar.
AMIGO. – Por qual fé você é salvo?
PREDESTINACIONISTA. – Pela fé em Cristo, que se entregou por mim.
AMIGO. – Mas ele se entregou para Esaú e Judas? Se não, você está dizendo que eles são condenados por não acreditar numa mentira. Foi esta consideração que levou o arcebispo Usher a gritar, “Por que alguém não atacaria, antes que concederia, que Cristo não morreu pelos reprovados; e que ninguém senão os eleitos tinha qualquer direito a ele; e todavia muitos milhares devessem estar presos em suas consciências a crer que ele morreu por eles, e confinados a aceitá-lo como seu Redentor e Salvador? Pelo qual eles devessem ter acreditado no que é a maior inverdade, e tomar posse do que eles não tinham nenhuma parte.”
PREDESTINACIONISTA. – Mas o que então você quer dizer pelas palavras eleição e reprovação?
AMIGO. – Isto: Primeiro, Deus decretou desde o princípio eleger ou escolher, em Cristo, todos os que cressem para salvação. E este decreto procede de sua própria benevolência, e não é fundado sobre qualquer bondade na criatura. Segundo: Deus desde o princípio decretou reprovar todos aqueles que obstinada e finalmente continuassem na incredulidade.
PREDESTINACIONISTA. – O que então você pensa da eleição e reprovação absoluta, incondicional?
AMIGO. – Penso que não pode ser encontrado nas Sagradas Escrituras, e que é uma planta que carrega frutos sombrios. Um exemplo temos do próprio Calvino; que confessa que causou a morte de Michael Servetus na fogueira, simplesmente por discordar dele em questões religiosas.
John Wesley
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De sua própria boca!
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A TODOS OS PREDESTINACIONISTAS
1. Falaram-me, alguns de vocês disseram, que as seguintes citações são falsas; que estas palavras não foram ditas por estes autores; outros, que elas não foram ditas neste sentido; e outros, que nem vocês mesmos, nem qualquer fiel predestinacionista jamais disse, ou diria, dessa forma.
2. Meus amigos, os autores aqui citados são bem conhecidos, em quem vocês podem ler as palavras com seus próprios olhos. E aqueles que os têm lido sabem muito bem, elas foram ditas neste sentido, e nenhum outro; e não apenas isto, mas este sentido é professadamente defendido por toda parte nas obras de onde elas foram tiradas.
3. Mas, seja como for, vocês, entretanto, dizem, “Nenhum fiel predestinacionista jamais disse ou diria dessa forma?” Ora, todo fiel predestinacionista deve falar dessa forma, e assim devem vocês também, se ousarem expressar suas opiniões, a menos que eles e vocês renunciem seu princípio fundamental.
4. Seu princípio fundamental é este: “Desde toda a eternidade, Deus ordenou tudo quanto acontece.” Mas desta única proposição segue indiscutivelmente toda afirmação daqui em diante mencionada. Falta apenas, por essa razão, que escolham qual destas três coisas agradam mais vocês (pois uma vocês devem escolher): Ou,
(1.) Usar expressões ambígüas, evadir-se da questão, e tergiversar sem fim; ou,
(2.) Engolir todas estas afirmações juntas, e honestamente confessá-las; ou,
(3.) Renunciá-las todas, e crer em Cristo, o Salvador de todos.
AMIGO. – Senhor, ouvi dizer que você faz de Deus o autor de todo pecado, e o destruidor da maior parte da humanidade sem misericórdia.
PREDESTINACIONISTA. – Nego; eu somente digo, “Desde toda a eternidade, Deus ordenou inalteravelmente tudo quanto acontece.” (Confissão de Fé de Westminster, cap. 3.)
AMIGO. – Você não faz nenhuma exceção?
PREDESTINACIONISTA. – Não, obviamente; pois “nada é mais absurdo do que pensar que algo possa ser feito sem a ordenação de Deus.” (As Institutas de Calvino, 1.6.3.)
AMIGO. – Você inclui as ações dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida: “Toda ação e todo movimento de toda criatura é assim governado pelo secreto conselho de Deus, que nada pode vir a acontecer, senão o que foi ordenado por ele.” (Ibid., 1.6.3.)
AMIGO. – Mas e quanto às vontades dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “As vontades dos homens são assim governadas pela vontade de Deus, para que elas efetuam exatamente o que ele preordenou.” (Ibid., 1.6.8.)
AMIGO. – Suponho que queira dizer a vontade permissiva de Deus?
PREDESTINACIONISTA. – Não: eu quero dizer, “todas as coisas acontecem pela eficaz e irresistível vontade de Deus.” (Twissi Vindiciae Gratiae Potestatis & Providentiae Dei. Editio Jensoniana, par. 3, p. 19.)
AMIGO. – Então, os homens devem fazer exatamente o que fazem?
PREDESTINACIONISTA. – Verdade: “É impossível que algo seja feito sem que Deus impele a vontade do homem.” (Ibid., p. 19.)
AMIGO. – Mas isto não implica a necessidade de todos os eventos?
PREDESTINACIONISTA. – “Não hesitarei em reconhecer que a vontade de Deus é a necessidade de todas as coisas, e que tudo que ele deseja necessariamente acontece.” (As Institutas de Calvino, 3.24.8.)
AMIGO. – O pecado, então, necessariamente acontece?
PREDESTINACIONISTA. – Indubitavelmente: Pois “A onipotência se estende até a primeira queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens.” (Confissão de Fé de Westminster, cap. 5.)
AMIGO. – Acredito que Deus previu que o primeiro homem cairia.
PREDESTINACIONISTA. – Não, “Deus não apenas previu que Adão cairia, mas também ordenou que ele devesse cair.” (As Institutas de Calvino, 3.23.7.)
AMIGO. – Sei que Deus permitiu a queda de Adão.
PREDESTINACIONISTA. – Digo a você, “ele não caiu apenas pela permissão mas também pela ordenação de Deus.” (Calvin Responsio ad Calumnias Nebulonis cujusdam ad Articulum primum.) “Ele pecou porque Deus assim ordenou, porque o Senhor viu que era bom.” (As Institutas de Calvino, 3.24.8.)
AMIGO. – Mas aqueles que divergem de você não levantam muita objeções a este ponto?
PREDESTINACIONISTA. – Sim: “Esses cães malvados vomitam muitas coisas contra Deus.” (Ibid., 3.23.2.) “Eles negam que a Escritura diz que Deus decretou a queda de Adão. Eles dizem que ele poderia ter escolhido entre cair ou não cair; e que Deus preordenou apenas tratá-lo conforme merecesse: Como se Deus tivesse criado a mais excelente de todas as suas criaturas, sem preordenar o que faria dela!” (Ibid., 3.23.7.)
AMIGO. – Então Deus fez Adão com o propósito de cair?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida. “Deus fez Adão e Eva para este mesmo propósito, para que eles possam ser tentados e levados ao pecado. E por meio de seu decreto, não poderia ser de outra forma senão que eles devessem pecar.” (Piscatoris Dispute. Praedest., Praef., p. 6.)
AMIGO. – Mas você não baseia o decreto de Deus na presciência divina antes que em sua vontade?
PREDESTINACIONISTA. – Não: “Deus não prevê nada senão o que decretou, e seu decreto precede seu conhecimento.” (Piscat. Disput. Praedest.)
AMIGO. – Bem, isto pode verdadeiramente ser chamado de um decreto horrível.
PREDESTINACIONISTA. – “Confesso que é um decreto horrível; todavia ninguém pode negar que Deus previu a queda de Adão, e Ele a previu, porque a ordenou por seu próprio decreto.” (As Institutas de Calvino, 3.23.7.)
AMIGO. – Você acredita, então, que Deus, por seu próprio decreto positivo, não somente não elegeu alguns homens à vida, mas também reprovou todo o resto?
PREDESTINACIONISTA. – Seguramente, se eu creio em um, creio no outro. “Na verdade, muitos, como se quisessem evitar o opróbrio de Deus, aceitavam a eleição em tais termos, que acabavam negando a condenação de qualquer um; mas isto é totalmente estúpido e ingênuo. Pois não existiria eleição se não houvesse reprovação; quem Deus deixa de lado, ele reprova.” (As Institutas de Calvino, 3.23.1.)
AMIGO. – Por favor, explique o que quer dizer por eleição e reprovação.
PREDESTINACIONISTA. – Com todo o coração. “Não fomos criados em condições iguais; certamente, a vida eterna é preordenada para alguns, e a perdição eterna para outros. Portanto, como todos foram criados para um ou outro destes fins, falamos deles como predestinados para a vida ou para a morte.” (As Institutas de Calvino, 3.21.1.)
AMIGO. – Poderia repetir seu significado?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus, de uma vez por todas, ordenou, por um eterno e imutável decreto, a quem ele daria salvação e quem ele condenaria à destruição.” (As Institutas de Calvino, 3.21.7.)
AMIGO. – Deus fez algum homem com o propósito de ser condenado?
PREDESTINACIONISTA. – Eu já não disse para você? “A primeira determinação de Deus era que alguns devessem ser destinados à ruína eterna; e para este fim seus pecados foram ordenados, e a graça negada para que seus pecados fossem efetuados.” (Zanchius de Natura Dei, p. 553, 554.)
AMIGO. – Mas a predestinação divina de homens para a vida ou para a morte não é baseada em sua presciência?
PREDESTINACIONISTA. – “Assim pensam os ignorantes; que Deus, conforme prevê o que todo homem irá merecer, elege-os à vida, ou consigna-os à morte e condenação.” (As Institutas de Calvino, 3.22.1.)
AMIGO. – E você não pensa que a reprovação, pelo menos, seja baseada na presciência de Deus dos pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – Não, absolutamente: “Deus, de acordo com o beneplácito de sua própria vontade, ordena que muitos sejam nascidos, que são, desde o ventre, consignados à inevitável condenação. Se alguém alegar que a presciência de Deus não os coloca sob nenhuma necessidade de ser condenados, mas, antes, que ele decretou sua condenação porque previu sua iniqüidade, afirmo que a presciência de Deus não coloca nenhuma necessidade sobre a criatura; mas a vida e a morte eterna dependem da vontade antes que da presciência de Deus. Se Deus somente previu todas as coisas relacionadas a todos os homens, e não as decretou e as ordenou também, então é de se perguntar se ou não sua presciência torna necessária a coisa prevista. Mas visto que ele, por isso, prevê todas as coisas que hão de acontecer, porque as decretou que acontecessem, é inútil falar sobre a presciência, haja vista que obviamente todas as coisas acontecem pelo decreto positivo de Deus.” (As Institutas de Calvino, 3.23.6.)
AMIGO. – Mas se Deus positivamente decretou a condenação da maior parte da humanidade, por que ele roga para que eles se arrependam e sejam salvos?
PREDESTINACIONISTA. – “Assim como Deus tem seu chamado eficaz, por meio do qual ele dá aos eleitos a salvação para a qual ele os ordenou, da mesma forma ele tem seus julgamentos aos reprovados, por meio dos quais ele executa seu decreto referente a eles. Por isso, tantos quantos ele criou para viver miseravelmente, e então perecer eternamente; estes, para que possam ser trazidos ao fim para o qual foram criados, ele algumas vezes priva-os da possibilidade de ouvir a palavra, e outras vezes, pela pregação, cega-os e entorpece-os.” (As Institutas de Calvino, 3.24.12.)
AMIGO. – Como isto acontece? Digo, se Deus criou-os para a morte eterna, por que ele manda que se voltem para ele e vivam?
PREDESTINACIONISTA. – “Ele os chama, para que eles possam ficar ainda mais surdos; ele acende uma luz, para que eles possam ficar ainda mais cegos; ele lhes entrega sua doutrina, para que eles sejam ainda mais ignorantes; e lhes aplica o remédio, para que eles não possam ser curados.” (As Institutas de Calvino, 3.24.13.)
AMIGO. – Chega, chega. Todavia você não faz Deus o autor do pecado!
PREDESTINACIONISTA. – Certamente que não: “Deus não pode ser chamado de autor do pecado, embora ele seja a causa das ações pecaminosas.” (Petri Martyris Vermillii Com. in Roman., p. 413.)
AMIGO. – Como ele é a causa delas, então?
PREDESTINACIONISTA. – De dois modos: Primeiro, por seu eterno e imutável decreto; Segundo, pela presença de seu poder irresistível.
AMIGO. – Então Deus preordenou os pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “Tanto os reprovados quanto os eleitos foram preordenados para pecar, para que, em conseqüência do pecado, a glória de Deus pudesse ser declarada.” (Zanchius de Nat. Dei., p. 555.) “Os reprovados,” mais especialmente, “que foram predestinados à condenação, e as causas da condenação, e criados para esse fim, para que eles possam viver pecaminosamente, e sejam vasos repletos dos resíduos do pecado.” (Piscator contra Tauffium, p. 47.)
AMIGO. – Mas seguramente os pecados dos eleitos não foram preordenados?
PREDESTINACIONISTA. – Sim, mas eles foram: “Pois não podemos fazer mais bem do que fazemos, nem menos mal do que fazemos; porque Deus, desde a eternidade, precisamente decretou que o bem e o mal fossem feitos assim.” (Piscatoris Responsio ad Amicam Duplicationem Conradi Vorstii, p. 176.)
AMIGO. – Entendo você, quanto a Deus decretar o pecado. Mas como é seu poder irresistível nos pecados dos homens?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus é o autor da ação que é pecaminosa, por sua vontade irresistível.” (Dr. Twisse, par. 3, p. 21.)
AMIGO. – Como assim?
PREDESTINACIONISTA. – “Deus provoca adultério, blasfêmias, mentiras.” (Piscat. Responsio ad Apologiam Bertii.) “Ele fornece aos homens maus oportunidades para pecar, e inclina seus corações para isso. Ele cega-os, engana-os, seduze-os. Ele, trabalhando em seus corações, inclina-os e incita-os a praticarem o mal.” (Pet. Martyr. Ver. Comment. in Rom., pp. 36, 413.) Assim, “ladrões, assassinos, e outros malfeitores são instrumentos de Deus, que ele usa para executar o que decretou em si mesmo.” (As Institutas de Calvino, 1.17.5.)
AMIGO. – Você não acusa, então, o próprio Deus de pecado?
PREDESTINACIONISTA. – Não: “Deus precisa deles somente para o ato do pecado, não para a deformidade do pecado.” (Twissi Vindiciae, par. 3, p. 22.) Além disso, “quando Deus faz os anjos e os homens pecarem, ele mesmo não peca, pois ele não viola nenhuma lei. Pois Deus não está sob lei nenhuma, e por isso não pode pecar.” (Zuinglius in Serm. de Provid., c. 5, 6.)
AMIGO. – Mas como Deus faz os anjos ou os homens pecarem?
PREDESTINACIONISTA. – “O diabo e os homens maus estão confinados por todos os lados pela mão de Deus, para que eles não possam conceber, ou planejar qualquer injúria, sem que Deus não apenas permita, mas comanda. Nem são eles mantidos em grilhões, mas são compelidos também, como com uma rédea, para que obedeçam a esses comandos.” (As Institutas de Calvino, 1.17.11.)
AMIGO. – Esta é a própria doutrina turca, e deve assim ser demolida como costumava ser com estas palavras: - “Eu anatemizo a blasfêmia de Maomé, que disse que Deus engana quem quer, e leva quem quer a praticar o bem. Ele faz o que quer, e ele próprio é a causa de todo bem e de todo mau. A sorte e o destino governam todas as coisas.” (Nicetus Saracenita.)
PREDESTINACIONISTA. – Não, nossa doutrina é mais antiga do que a de Maomé: Foi mantida por Santo Agostinho.
AMIGO. – Agostinho ora fala em seu favor, ora contra. Mas todos os primeiros quatro séculos vão contra você, assim como toda a Igreja Grega até hoje; e a Igreja da Inglaterra, em seu Catecismo, Artigos, e Homilias. E assim os nossos santos mártires, bispo Hooper e bispo Latimer em particular.
PREDESTINACIONISTA. – Mas os antigos não diziam que Judas foi predestinado à condenação?
AMIGO. – Muito pelo contrário. As palavras de São Crisóstomo são, “Judas, meu amado, foi no princípio um filho do reino, e ouviu o que lhe foi dito com os discípulos,” Vós sentareis sobre doze tronos; “mas depois se tornou um filho do inferno.”
PREDESTINACIONISTA. – Entretanto, você irá admitir que Esaú foi predestinado à destruição.
AMIGO. – Na verdade, não. Alguns de seus escritores acreditam que ele foi finalmente salvo, que era a opinião geral dos antigos Pais. E que a escritura, “Amei a Jacó, e odiei a Esaú,” nitidamente não se refere às suas pessoas mas às suas posteridades. Mas supondo que Esaú ou Judas tenha sido condenado, por que ele foi condenado?
PREDESTINACIONISTA. – Sem dúvida alguma, pela incredulidade. Pois como somos salvos somente pela fé, então a incredulidade é o único pecado que pode condenar.
AMIGO. – Por qual fé você é salvo?
PREDESTINACIONISTA. – Pela fé em Cristo, que se entregou por mim.
AMIGO. – Mas ele se entregou para Esaú e Judas? Se não, você está dizendo que eles são condenados por não acreditar numa mentira. Foi esta consideração que levou o arcebispo Usher a gritar, “Por que alguém não atacaria, antes que concederia, que Cristo não morreu pelos reprovados; e que ninguém senão os eleitos tinha qualquer direito a ele; e todavia muitos milhares devessem estar presos em suas consciências a crer que ele morreu por eles, e confinados a aceitá-lo como seu Redentor e Salvador? Pelo qual eles devessem ter acreditado no que é a maior inverdade, e tomar posse do que eles não tinham nenhuma parte.”
PREDESTINACIONISTA. – Mas o que então você quer dizer pelas palavras eleição e reprovação?
AMIGO. – Isto: Primeiro, Deus decretou desde o princípio eleger ou escolher, em Cristo, todos os que cressem para salvação. E este decreto procede de sua própria benevolência, e não é fundado sobre qualquer bondade na criatura. Segundo: Deus desde o princípio decretou reprovar todos aqueles que obstinada e finalmente continuassem na incredulidade.
PREDESTINACIONISTA. – O que então você pensa da eleição e reprovação absoluta, incondicional?
AMIGO. – Penso que não pode ser encontrado nas Sagradas Escrituras, e que é uma planta que carrega frutos sombrios. Um exemplo temos do próprio Calvino; que confessa que causou a morte de Michael Servetus na fogueira, simplesmente por discordar dele em questões religiosas.
domingo, 14 de junho de 2009
Reforma Total no Parque Bela Vista
Estamos trabalhando duro para deixar a nossa igreja bonita e apresentáveltodos os membros estão envolvidos nesta grande obra!

Os amigos estão trabalhando duro.* Ev. Alexandre Pinheiro ( Pintor Oficial )
* Ev. Gerson Deodato ( Aux. de Pintura oficial )
* Ev. Anderson ( Aux. de Pintura oficial )
* Pr. José Marcos ( Ajudante dos auxiliares "Oficial" )
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Adoração e Louvor
Elias Tavares
I - Introdução
Texto Base: I Coríntios 10:31 – “Portanto quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus”.
Conceitos (Aurélio)
· Adoração: “Culto a uma divindade; Culto, reverência, veneração”.
· Louvor: “Glorificação, exaltação”.
Observa-se que há uma diferença importante entre estes dois conceitos. Embora o conceito de Adoração esteja intimamente ligado à divindade, o Louvor não possui necessariamente esta finalidade. Talvez por isto hoje, ao falar-se sobre Música na Igreja, fale-se tão pouco em Adoração, conceito que vem sendo substituído por Louvor.
Hoje vamos falar apenas sobre o Louvor a Deus, confundindo-o com Adoração. Para que os dois conceitos possam estar fundidos, os seguintes requisitos devem ser preenchidos:
1. O Louvor tem que ser dirigido única e exclusivamente a Deus.
2. Deve partir de um coração plenamente consciente de sua condição diante de um Deus supremo, perfeito e santo. Não há adoração sem humildade e consagração.
3. Toda arte, técnica e gosto humanos tem que estar absolutamente consagrados, para que possam ser apresentados diante de um Deus supremo, perfeito e santo.
Salmos 95:6 – “Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou”
II - O Que Cantar?
Texto Base:Salmos 100 – “Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da Terra. Servo ao Senhor com alegria, e apresentai-vos a ele com canto ... Porque o Senhor é bom, e eterna a Sua misericórdia; e a Sua verdade se estende de geração a geração”.
Quando apresentamos um hino de Adoração na Igreja, a quem ele se destina? Teoricamente dizemos que o estamos apresentando a Deus, ou no mínimo em Seu louvor (o que são coisas diferentes).
Sendo verdade o que dizemos, como justificar os critérios pelos quais selecionamos nossos “hinos”?
- Gosto desse- Acho “bonito”- Agrada à Igreja- “Me sinto” bem ao ouvi-lo
Não deveria o gosto de Deus ser considerado em primeiro lugar? Dedicamos a Deus os hinos, mas o excluímos na hora de escolhê-los. É como dar um presente sem levar em consideração o gosto do presenteado.
Muitas vezes Deus, seu gosto e sua glória são lembrados apenas no momento da justificativa, de forma a manter as aparências.
Os mais antigos criticam os jovens pelos ritmos presentes em seus cânticos, mas escolhem melodias carregadas de emotividade, como era a música popular de seu tempo. Nosso gosto não é um padrão confiável.
Como será a música no Céu? É melhor que tentemos nos acostumar com ela aqui.
III - Como Cantar?
Texto Base:Salmos 47:7 – “Pois Deus é o Rei de toda a Terra; cantai louvores com inteligência”.
Como cantar diante de um Deus que recebe o louvor de todo o Universo incontaminado, a quem os anjos oferecem o mais perfeito louvor?
- Nosso canto deve ser o mais puro e perfeito possível.- Nenhum traço de sensualidade ou teatralidade deve contaminá-lo.- Não devemos usar o mesmo estilo interpretativo usado pelo mundo (jazz, cabaret, blues, rock, samba, canção, ópera, etc).- Qualquer tipo de acréscimo é indesejável (ornatos, glissandos, etc).- A linha que separa o bom gosto do ridículo é muito tênue. Evitar qualquer tipo de excesso.- Tudo que chame a atenção para o cantor e suas habilidades estará desviando a atenção da mensagem. Quem é mais importante: o cantor ou a mensagem?
Gostaria de destacar neste texto as palavras com melodia e clareza. Muitos hoje cantam de tal forma que quase não se entende as palavras do texto musical (clareza). Às vezes também tantos ornamentos, melismas, “voltinhas” e sons estranhos são incluídos, que a melodia ou a letra ficam prejudicadas em sua compreensão. Também tem sido procurados tipos especiais de voz ou de interpretação (rouquidão, vogais muito abertas ou fechadas, voz estridente, etc) que podem ser chamadas de tudo, menos de melodiosas.
IV - Uma Música Para Cada Ocasião
Há cânticos para diversas ocasiões, e devemos usar de sabedoria ao selecioná-los.
- Hinos para o culto- Hinos para reuniões jovens- Hinos evangelísticos- Cânticos para reuniões sociais.
Nem todos os hinos que se encontram no hinário servem para o culto, assim como nem todos são adequados para um encontro jovem ou um acampamento.
Levar em consideração o espírito que deve reinar em cada ocasião. A solenidade e santidade do culto não devem ser perturbadas, o que não significa que hinos alegres não possam ser usados.
V - Desenvolvendo um Gosto Musical
Que tipo de música ouvir em casa? É nestes momentos que desenvolvemos nosso gosto musical, que invariavelmente traremos para dentro da igreja.
- Selecione o tipo de música que você ouve, seja aquela que você compra (discos, CDs, fitas), seja aquela que lhe é imposta pelos meios de comunicação (rádio, TV, etc). Não exite em mudar de canal ou estação se necessário.
- Use os joelhos, o cérebro e os ouvidos (nessa ordem) ao selecionar as músicas que você usará para compor o seu caráter. O coração não é bom conselheiro nesta hora, e deve ser usado em último lugar.
- Lembre-se que seu caráter (seus gostos e inclinações) são uma das poucas coisas que irão desta Terra para o Céu. Deus não transformará seu caráter para trasladá-lo. Se ele não se ajustar ao Céu, você não estará lá.
- Sua salvação está envolvida nisto.
- Mente, Caráter e PersonalidadE
VI - Um Cântico Novo
Salmos 33:3 – “Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo”.
Que cântico novo seria este, senão o cântico de um novo coração, transformado segundo a vontade de Deus?
Salmos 96:6 – “Adorai o Senhor na beleza da Sua Santidade”.
Elias Tavares
I - Introdução
Texto Base: I Coríntios 10:31 – “Portanto quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus”.
Conceitos (Aurélio)
· Adoração: “Culto a uma divindade; Culto, reverência, veneração”.
· Louvor: “Glorificação, exaltação”.
Observa-se que há uma diferença importante entre estes dois conceitos. Embora o conceito de Adoração esteja intimamente ligado à divindade, o Louvor não possui necessariamente esta finalidade. Talvez por isto hoje, ao falar-se sobre Música na Igreja, fale-se tão pouco em Adoração, conceito que vem sendo substituído por Louvor.
Hoje vamos falar apenas sobre o Louvor a Deus, confundindo-o com Adoração. Para que os dois conceitos possam estar fundidos, os seguintes requisitos devem ser preenchidos:
1. O Louvor tem que ser dirigido única e exclusivamente a Deus.
2. Deve partir de um coração plenamente consciente de sua condição diante de um Deus supremo, perfeito e santo. Não há adoração sem humildade e consagração.
3. Toda arte, técnica e gosto humanos tem que estar absolutamente consagrados, para que possam ser apresentados diante de um Deus supremo, perfeito e santo.
Salmos 95:6 – “Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou”
II - O Que Cantar?
Texto Base:Salmos 100 – “Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da Terra. Servo ao Senhor com alegria, e apresentai-vos a ele com canto ... Porque o Senhor é bom, e eterna a Sua misericórdia; e a Sua verdade se estende de geração a geração”.
Quando apresentamos um hino de Adoração na Igreja, a quem ele se destina? Teoricamente dizemos que o estamos apresentando a Deus, ou no mínimo em Seu louvor (o que são coisas diferentes).
Sendo verdade o que dizemos, como justificar os critérios pelos quais selecionamos nossos “hinos”?
- Gosto desse- Acho “bonito”- Agrada à Igreja- “Me sinto” bem ao ouvi-lo
Não deveria o gosto de Deus ser considerado em primeiro lugar? Dedicamos a Deus os hinos, mas o excluímos na hora de escolhê-los. É como dar um presente sem levar em consideração o gosto do presenteado.
Muitas vezes Deus, seu gosto e sua glória são lembrados apenas no momento da justificativa, de forma a manter as aparências.
Os mais antigos criticam os jovens pelos ritmos presentes em seus cânticos, mas escolhem melodias carregadas de emotividade, como era a música popular de seu tempo. Nosso gosto não é um padrão confiável.
Como será a música no Céu? É melhor que tentemos nos acostumar com ela aqui.
III - Como Cantar?
Texto Base:Salmos 47:7 – “Pois Deus é o Rei de toda a Terra; cantai louvores com inteligência”.
Como cantar diante de um Deus que recebe o louvor de todo o Universo incontaminado, a quem os anjos oferecem o mais perfeito louvor?
- Nosso canto deve ser o mais puro e perfeito possível.- Nenhum traço de sensualidade ou teatralidade deve contaminá-lo.- Não devemos usar o mesmo estilo interpretativo usado pelo mundo (jazz, cabaret, blues, rock, samba, canção, ópera, etc).- Qualquer tipo de acréscimo é indesejável (ornatos, glissandos, etc).- A linha que separa o bom gosto do ridículo é muito tênue. Evitar qualquer tipo de excesso.- Tudo que chame a atenção para o cantor e suas habilidades estará desviando a atenção da mensagem. Quem é mais importante: o cantor ou a mensagem?
Gostaria de destacar neste texto as palavras com melodia e clareza. Muitos hoje cantam de tal forma que quase não se entende as palavras do texto musical (clareza). Às vezes também tantos ornamentos, melismas, “voltinhas” e sons estranhos são incluídos, que a melodia ou a letra ficam prejudicadas em sua compreensão. Também tem sido procurados tipos especiais de voz ou de interpretação (rouquidão, vogais muito abertas ou fechadas, voz estridente, etc) que podem ser chamadas de tudo, menos de melodiosas.
IV - Uma Música Para Cada Ocasião
Há cânticos para diversas ocasiões, e devemos usar de sabedoria ao selecioná-los.
- Hinos para o culto- Hinos para reuniões jovens- Hinos evangelísticos- Cânticos para reuniões sociais.
Nem todos os hinos que se encontram no hinário servem para o culto, assim como nem todos são adequados para um encontro jovem ou um acampamento.
Levar em consideração o espírito que deve reinar em cada ocasião. A solenidade e santidade do culto não devem ser perturbadas, o que não significa que hinos alegres não possam ser usados.
V - Desenvolvendo um Gosto Musical
Que tipo de música ouvir em casa? É nestes momentos que desenvolvemos nosso gosto musical, que invariavelmente traremos para dentro da igreja.
- Selecione o tipo de música que você ouve, seja aquela que você compra (discos, CDs, fitas), seja aquela que lhe é imposta pelos meios de comunicação (rádio, TV, etc). Não exite em mudar de canal ou estação se necessário.
- Use os joelhos, o cérebro e os ouvidos (nessa ordem) ao selecionar as músicas que você usará para compor o seu caráter. O coração não é bom conselheiro nesta hora, e deve ser usado em último lugar.
- Lembre-se que seu caráter (seus gostos e inclinações) são uma das poucas coisas que irão desta Terra para o Céu. Deus não transformará seu caráter para trasladá-lo. Se ele não se ajustar ao Céu, você não estará lá.
- Sua salvação está envolvida nisto.
- Mente, Caráter e PersonalidadE
VI - Um Cântico Novo
Salmos 33:3 – “Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo”.
Que cântico novo seria este, senão o cântico de um novo coração, transformado segundo a vontade de Deus?
Salmos 96:6 – “Adorai o Senhor na beleza da Sua Santidade”.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
ESTAMOS EM GUERRA

As ovelhas não são guerreiras, são animais dóceis e frágeis, animais pacíficos.
Mas que classe de ovelhas é esta que se torna guerreira, enfrenta lutas e dificuldades de cabeça erguida, não foge dos desafios, nem se acovarda quando chamada ao combate?
São as ovelhas do rebanho do Senhor, que mesmo tendo pouca força, não nega a palavra, nem envergonha o seu Pastor, mas conhece a sua voz, sabe identifica-lo, mesmo quando muitas outras vozes soam, ela não se engana, sabe distinguir a voz do seu Pastor, e quando ele as chama elas o seguem, mesmo quando chamadas a batalha, onde sua fragilidade é sua maior força, pois confia e espera no seu fiél protetor, que se preciso dá a VIDA POR SUAS OVELHAS, e na verdade já o fez, e por isto o que era um rebanho fraco e fragil, se tornou MAIS QUE VENCEDOR!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Para onde você esta olhando?
nossa visão nos dirige para os mais diversos lugares da vida.
Mas afinal de contas, para onde você esta olhando?
Será que tua visão não esta presa ao passado?
Ou será que você não é mais um destes sonhadores, que não conseguem enxergar o presente, pois tem os olhos presos no futuro?
Pode ser que teus olhos estejam presos no presente, onde somente o que importa é o prazer que puder ter hoje?
Para onde você esta olhando!
Olhe para Jesus, o autor e consumador da tua fé, ele é o mesmo do passado, do presente, e do futuro. Viva para glória de Deus, enfrente seus problemas para glória de Deus, enfrente seus medos para glória de Deus, enfrente sua carne para glória de Deus.
Lance seus olhos em Cristo! " Olharam para ele, e foram iluminados, e os seus rostos não ficarão confundidos" Salmos 34/5
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
DIFICIL DE SE ENCONTRAR
Se tem algo raro nestes dias é a tranquilidade. Muitas coisas temos conseguido, fruto de nosso esforço, dedicação, capacidade e muito mais, mas o que queremos mesmo e trocaríamos por qualquer outra situação, é a tranquilidade, e esta, fruto de uma paz que brota da fé, da confiança e da certeza de que Deus esta no controle de nossas vidas. A Biblia diz que no mundo teríamos aflições, mas entendemos também que em Cristo teremos tranquilidade, mesmo quando tudo se levanta e revolta contra nós, ouvimos a voz mansa e suave do Messias dizendo: Sou eu, não temais...sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
LUTANDO POR UM OBJETIVO
Penso que todos devem ter um objetivo na vida profissional, familiar, ministerial, e nem sempre os objetivos são faceis de se alcançar. Mas o que fazer então, desistir? e passar pela vida se justificando pelas dificuldades ou enfrentar e lutar para vence-las?! qual tem sido a sua atitude diante das dificuldades que surgem, ou que parecem surgir do nada, tentando minar nossa garra e determinação. Desistir? Parar? Recuar? Acovardar?Como é complicado enfrentar tudo isto, as pessoas a nossa volta não conseguem nos entender, porque não sabem o que se passa em nossa cabeça, o que realmente tem valor para nós, as vezes e tratado com tanta indiferença por alguém, mas não podemos nos abater, se quisermos de verdade, nos esforçarmos, e confiar que estamos dentro do plano de Deus para a nossa vida, o resultado será um só, a VITÓRIA!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

FRASES CÉLEBRES DOS HOMENS DE DEUS
A pior maldição que um povo pode sofrer é ter uma religião movida à base de mera emoção e sensacionalismo. A ausência de realidade espiritual já é trágica; mas o aumento de falsa espiritualidade é pecado mortal."
S. Chadwuick
As pregações de hoje, com sua falha interpretação das verdades bíblicas, nos levam a confundir agitação com unção, e comoção com avivamento.
Então não confunda barulho com criação, nem atividade com unção, nem agitação com avivamento.
Leonard Ravenhill
Enquanto a liderança espiritual não voltar a ser ocupada por homens que preferem a obscuridade, continuaremos a presenciar uma constante deterioração da qualidade do cristianismo popular, e possivelmente chegaremos ao ponto em que o Espírito Santo, entristecido, se retirará, como a glória de Deus se apartou do templo.
Dr. A. W. Tozer
sábado, 21 de junho de 2008
Haja luz!
A Lei de Deus e o Deus da Lei
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Eh trabalheira! uma hora vai acabar.







